Estratégias da RD Station
Qual o seu principal desafio hoje? Descubra como podemos te ajudar.
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Maturidade operacional em vendas é quando o time deixa de “apagar incêndios” e opera com precisão: processos claros, performance acompanhada de perto e ajustes constantes. É a capacidade de ler o funil com inteligência, identificar gargalos e agir rápido, sem achismos. Um time maduro não espera o problema crescer — ele antecipa, corrige e evolui em uma máquina previsível, escalável e de alta performance. Ao longo deste capítulo, analisamos cada detalhe das operações comerciais que podem impactar resultados.
Aproximadamente 4 de cada 10 respondentes acredita que existe espaço para aprimorar as estratégias comerciais.
Quando juntamos o grupo que diz que as estratégias não foram eficientes ao percentual que reconhece ter espaço para melhoria, temos 79% dos respondentes (quase 8 de cada 10). Esse resultado faz sentido, tendo em vista um cenário no qual 75% dos times não atingiram as metas. Para essas empresas, podemos falar que ajustes mais estruturais serão necessários para destravar resultados consistentes.
Lembra que olhamos os recortes que mais atingiram metas de vendas? Mais uma vez, os percentuais de satisfação com a estratégia são mais altos nos segmentos de Software (33%), Engenharia (38%) e Empresas de Grande Porte (31%). Mais um indicativo para olharmos no detalhe o que eles têm de diferente dos demais.
Equipe bem treinada e boa gestão são as iniciativas com percentuais mais altos.
Para nossos respondentes, a base da performance em vendas está na operação: processos claros, boa gestão e metas bem definidas lideram as prioridades. Capacitação do time e integração com Marketing reforçam que pessoas e alinhamento estratégico continuam sendo críticos. Tecnologia também aparece, mas lembre-se: ela não substitui uma estrutura bem organizada e disciplinada.
Quase metade dos respondentes reconhece que o processo precisa evoluir este ano.
Quando vemos os percentuais mais altos, faz sentido a opção Processos claros e bem definidos aparecer como principal alavanca a ser melhorada, sobretudo em um cenário de resultados pouco favoráveis. Mas fica o lembrete: não basta otimizar apenas internamente, garantir integração entre as áreas é crucial, já que o setor de vendas dita o ritmo do faturamento de toda a companhia.
Vender começa muito antes da conversão final. É preciso considerar os processos e alinhamentos do time, o momento de empoderar os vendedores, a abordagem eficiente de cada oportunidade, a conversão e a análise de tudo, que permite seguir evoluindo e escalando.
Por isso, Processo, Empoderamento, Abordagem, Conversão e Evolução são os pilares de vendas sustentáveis. Não à toa, também são os 5 pilares do PEACE, a metodologia própria para gestão de vendas da RD Station (com curso grátis disponível). Na sequência, analisamos cada um desses pilares das operações brasileiras no detalhe!
Podemos pensar no processo de vendas como o alicerce de uma casa: sustenta a operação e dá estabilidade ao crescimento. Para que ele exista e seja sustentável, precisa de dados confiáveis, metas claras, etapas bem definidas do funil e, claro, da conexão de todos os setores da empresa. Assim, pode haver consistência e escala.
Dito isso, a seguir entramos nos diversos detalhes que precisam ser considerados em um processo de vendas. Começamos perguntando como as empresas se autoavaliam nesse ponto.
Apenas um terço dos respondentes (33%) afirmam ter um processo de vendas bem estruturado, previsível, escalável e sustentável. A questão é que processo não é detalhe, é estrutura e impacta diretamente no resultado das empresas. Inclusive:
As empresas que afirmam ter processos estruturados foram 20 p.p. mais bem-sucedidas no atingimento de metas de Vendas do que quem diz não tê-los.
Sim, está. Historicamente, a maioria das empresas que afirma ter alta performance conta com processos estruturados e bem definidos. Nesta edição, 69% das equipes de vendas com alta performance têm processos sólidos.
É natural associar alta performance a bons processos porque é assim que temos padronização, previsibilidade e controle — três fatores essenciais para escalar vendas. Com etapas claras, metas bem definidas e uso consistente de dados, podemos reduzir erros, replicar o que funciona e tomar decisões mais rápidas, o que sustenta uma alta performance ao longo do tempo.
Parte do processo depende da estrutura da equipe, por isso, buscamos saber:
Pelos percentuais acima, vemos que boa parte das estruturas de vendas ainda opera de forma desorganizada, com baixo nível de maturidade. Entre os pontos mais urgentes:
Nesse sentido, o segmento de Software, que foi um dos destaques em maior atingimento de metas, tem uma melhor estrutura: 50% afirmam ter Pós-vendas e 68% têm área de Pré-vendas. A parte de Enablement ainda deixa a desejar: 22% dizem ter, o que ainda é mais que o dobro da média geral. Empresas de Grande Porte também apostam mais na estrutura dos times: 48% têm Pré-Vendas e 39% contam com Pós-Vendas, já Enablement fica mais atrás, com 17%.
Quanto às ações, a única evolução estatisticamente relevante foi em prospecção ativa, crescendo 6 p.p., sinal de maior foco em geração de demanda. Já os demais indicadores ficaram estagnados. Vale ficar de olho nas discrepâncias: aumentar a prospecção sem evoluir na definição do cliente ideal pode comprometer a eficiência, gerando mais volume com baixa qualidade.
Sabemos que o funil de vendas é parte essencial do processo: com etapas bem definidas, fica mais fácil identificar pontos de melhoria. Enquanto a média geral é de 29% de times usando funil, no segmento de Software o percentual é de 53%, Engenharia fica com 34% e Empresas de Grande Porte, 36% — o que faz total diferença para melhores resultados. Quanto ao funil, também buscamos saber:
O principal ponto de mudança da edição passada para esta é que temos uma diminuição de 10 p.p. nas empresas que têm mais de um funil e analisam com frequência os resultados — o que pode indicar tanto uma dificuldade na definição de indicadores para cada etapa quanto uma questão de ferramenta, que impossibilita o acompanhamento.
Fica o lembrete: ter mais de um funil de vendas é indicado para empresas que atuam com diferentes produtos, serviços ou personas, já que cada jornada exige abordagens e etapas específicas. Porém, independentemente da quantidade de funis, o ponto central é que as etapas sejam claras e mensuráveis. Sem isso, você tem um funil complexo e que não ajuda no processo de vendas.
A Ferramenta de CRM é a principal citada na gestão do processo (46%), porém, as planilhas ainda aparecem com relevância para mais de um terço dos respondentes (38%). Também chama a atenção que um quinto dos respondentes não usa nenhuma ferramenta para acompanhamento da operação.
A verdade é que o CRM tem mais potencial para ser explorado, já que mais da metade das empresas ainda não o utilizao CRM tem mais potencial para ser explorado, já que mais da metade das empresas ainda não o utilizDa edição passada para esta, temos um leve avanço no uso de CRM (+4 p.p.), que é de longe a forma mais eficiente de monitorar processos de vendas. Ao contrário das planilhas, que dispersam dados e dificultam a gestão, o CRM centraliza informações e melhora a tomada de decisão. Quando integrado a um ERP, o ganho é ainda maior, conectando toda a empresa — vendas, financeiro e operação — em uma visão única do cliente.
Apesar de ter aumento, a verdade é que o CRM tem mais potencial para ser explorado, já que mais da metade das empresas ainda não o utiliza.
54% dos times de Vendas que responderam os Panoramas RD Station não usam uma ferramenta de CRM.
Quando olhamos para os recortes que mais atingiram metas de vendas, temos um sinal claro da diferença da operação: 85% dos respondentes do segmento de Software, 55% de Engenharia e 63% das Empresas de Grande Porte indicaram que usam uma ferramenta de CRM.
Então esses recortes batem mais meta porque usam CRM? A questão não é necessariamente a ferramenta em si, mas é fato que o CRM permite ter uma visão 360 graus dos processos de vendas e também:
A verdade é que, ao usar um CRM, você consegue unificar dados e ter uma visão clara do processo de vendas de ponta a ponta. Na prática, isso permite ajustar a operação a todo momento para garantir o crescimento.
Gestão de Leads e visibilidade das atividades dos vendedores são as vantagens mais citadas.
Perceba que o CRM é visto como ferramenta central de gestão comercial. O destaque para gestão de leads e visibilidade das atividades mostra que líderes estão priorizando controle e acompanhamento do time. Ainda, as métricas e a previsibilidade ganham força, indicando uma evolução para decisões mais orientadas a dados.
Não é à toa que, dos times comerciais que usam CRM, 80% deles fazem uso da ferramenta diariamente, já que ele funciona como uma bússola da operação, seja apontando para relatórios e dados ou indicando as próximas melhores ações.
Das respostas que aparecem em “Outros”, muitos dizem não ter conhecimento sobre a ferramenta e outros afirmam que a equipe é pequena, mas vale lembrar que o CRM já pode ser usado por times que tenham apenas uma pessoa vendedora.
A conta gratuita do RD Station CRM permite que você estruture seu funil de Vendas, crie automações de tarefas e consiga analisar de perto seu processo comercial.

Sabemos que o processo de vendas é fundamental para a estabilidade e crescimento de uma empresa. No entanto, apenas 33% dos respondentes afirmam ter um processo de vendas bem estruturado, enquanto aquelas que o têm tendem a ser 20 p.p, mais bem-sucedidas no atingimento de suas metas.
A performance em vendas está intimamente ligada à estrutura dos processos. A maioria das empresas com alta performance em vendas apresenta processos sólidos, o que resulta em padronização e controle. Apesar de um aumento na prospecção ativa, muitos indicadores ainda se mantêm estagnados, sugerindo que a eficiência pode ser comprometida se não existirem evoluções.
Além disso, a gestão do processo de vendas nem sempre é valorizada: 54% dos respondentes ainda não usam CRM, ferramenta que traz uma visão abrangente e centralizada dos dados.
Caminhos para melhoria? Estruturar os times de vendas, considerar etapas mensuráveis de funil de vendas e acompanhar de perto os resultados, preferencialmente com CRM, que traz uma gestão 360 graus de toda a operação.
Com o processo definido, é hora de olhar para as pessoas, por isso, empoderamento é nosso segundo pilar. Ele permite que a equipe esteja engajada, preparada e equipada para executar bem seu trabalho. Entre os principais aspectos, temos, sobretudo, treinamento e desenvolvimento do time, além de playbooks que mostrem o caminho. Quando vendedores e vendedoras se sentem capacitados, a performance melhora e os resultados tendem a crescer com consistência.
Em nosso questionário, buscamos saber com que frequência nossos respondentes têm a seguinte prática:
O time de Vendas é engajado na execução diária do processo e faz uso regular do CRM. A liderança deixa claro o que é esperado do time, a importância de seguir o processo, quais indicadores serão monitorados, promove treinamentos de alinhamento e valoriza e reconhece aqueles que seguem o processo.
Apenas 40% dos respondentes seguem com maior ou menor frequência uma rotina que contempla a execução do processo e o uso regular do CRM. 1.445 respondentes (resposta única).
O ponto principal aqui é que a maior parte dos times ou 6 de cada 10 respondentes estão sem muito norte na atuação. Quando o time de vendas não tem essa clareza, incluindo quais indicadores-chave acompanhar, o engajamento tende a cair e a execução perde consistência. Na sequência, entendemos como estão os treinamentos:
Temos um cenário de variações estatisticamente pouco relevantes da edição passada dos Panoramas para esta. Seguem chamando atenção dois pontos: 1) a ausência de uma frequência estruturada para treinamentos para um terço dos respondentes e 2) o percentual elevado de empresas que nunca realizam treinamentos, superando um quinto dos times. Não à toa “Mais treinamentos e atualizações” foi o item mais citado em oportunidades de melhoria, no capítulo Ciclo 2025-2026.
62% das empresas não destinam verbas para os treinamentos
Perceba que, historicamente, a maioria das empresas ainda não prevê verba para treinamentos, o que sugere que o tema não está incorporado ao planejamento dos times. Além disso, atrelar investimento em capacitação à performance cria um dilema quase filosófico, já que se espera resultado da equipe sem garantir os meios para atingi-lo.
Ah, e nem todo treinamento precisa envolver verba, viu? Existem lives e cursos gratuitos no mercado, como o de Gestão de Vendas da Universidade RD Station. Além disso, algumas dinâmicas do time podem ajudar nisso, como a escuta de ligações dos vendedores e mentorias com gestores ou pessoas que se destacam.
6 de cada 10 respondentes escutam as ligações ou leem resumos para evoluir.
Uma vez que essa é uma prática comum para a maioria dos respondentes, a dica é entender quais são as melhorias que podem ser feitas nas ligações analisadas e acrescentar isso ao playbook de vendas. Dessa forma, novos funcionários terão à mão bons ensinamentos. Lembre-se também que o ferramental aqui faz a diferença: CRMs que permitem gravar ligações e trazem resumos feitos por IA das abordagens facilitam o trabalho.
Apenas 14% das empresas brasileiras têm um playbook de vendas definido e atualizado conforme os processos mudam.
Como vimos no começo da parte de Processos, 33% das empresas dizem ter um processo de vendas bem estruturado, previsível, escalável e sustentável. Nesse contexto, faz sentido que o playbook ainda não seja uma prioridade para a maioria.
A questão é que o playbook não é um luxo ou detalhe — ele é uma das ferramentas que ajudam a crescer a maturidade das operações comerciais. Sem playbook, cada vendedor atua do seu jeito, o processo fica dependente de pessoas específicas e os resultados são inconstantes. Lembrando que playbook bom é aquele vivo, sempre sendo atualizado e modificado conforme as orientações mudam.
E essa ferramenta tem baixo uso no geral. Mesmo no segmento de Software, por exemplo, o playbook é presente apenas para 27% dos respondentes desse recorte.
Cerca de um terço dos respondentes não olha ativamente para a maturidade dos vendedores.
Quando 33% dos respondentes não têm uma preocupação direta com o tempo de evolução dos profissionais, entram em cena as questões de desengajamento e produtividade — que impactam os times, como vimos no começo de Empoderamento. No mais, 50% dos times levam até 9 meses para atingir a maturidade esperada.
Persuasão e organização são as qualidades mais citadas para um bom profissional de vendas.
Para o perfil ideal de um bom profissional de vendas, existe um hiperfoco em habilidades comportamentais, como negociação, organização e disciplina. O que chama atenção é o menor destaque para a visão analítica, já que o uso de dados pode fortalecer diretamente o poder de persuasão, tornando os argumentos mais consistentes.
Além dos treinamentos, empoderar o time também acontece no âmbito das ferramentas. Por exemplo, quem usa o RD Station CRM consegue criar tarefas e automações conectadas a negociações, facilitando o andamento de cada uma e trazendo clareza de atuação aos vendedores.
Por isso, a seguir, trazemos dados de tarefas e automações criadas pelos nossos clientes no ano de 2025.
Uso do CRM por segmento de negócio
O segmento de Educação e Ensino lidera isolado com o maior volume médio de tarefas por conta (5.053), quase cinco vezes superior ao registrado em Hardware e Eletrônicos (1.093), que registrou o menor número.
Para refletir:
O volume de tarefas pode sinalizar onde a necessidade de automação é mais crítica. Nos setores com alto volume, o desafio é automatizar processos repetitivos para que o time não seja sufocado pela carga operacional. Já em setores com poucas tarefas, o ponto de atenção é garantir que o baixo volume reflita um processo de vendas mais automatizado, e não uma subutilização do CRM.
Mais da metade das automações criadas no RD Station CRM foram dedicadas a tarefas, mostrando que o foco de Vendas está em garantir o controle da rotina e o cumprimento de follow-ups.
Tipo de Automação > Volume
Para refletir:
Ainda há uma grande oportunidade em aberto: a comunicação direta disparada pelo CRM tem sido menos explorada, com cerca de 20% das automações enviando emails ou mensagens de WhatsApp. O diferencial agora será permitir que o CRM inicie conversas e acompanhamentos automaticamente, liberando o vendedor para focar no fechamento.
Setores como Serviços, Engenharia e Indústria Geral e Educação lideram o uso de automações, garantindo que oportunidades não se percam, principalmente em processos consultivos e de longa duração.
Vimos que 60% dos respondentes não seguem uma rotina estruturada de engajamento e acompanhamento dos times de vendas. Somando isso ao fato de que uma parcela significativa não monitora o tempo de maturidade dos vendedores, não espanta vermos muitas empresas com dificuldade em atingir metas e melhorar a performance.
Outro ponto crítico é que, apesar de o treinamento ser reconhecido como principal oportunidade de melhoria, ele ainda não recebe a devida atenção. Há ausência de frequência estruturada nas capacitações e boa parte das empresas simplesmente não realiza treinamentos nem destina verba para isso. Embora existam iniciativas pontuais, como escuta de ligações, temos um cenário contraditório: espera-se alta performance sem garantir os meios para desenvolvê-la.
Abordagem é mais do que garantir o contato com as oportunidades do funil de vendas. Tem a ver com fazer isso usando agilidade, discurso eficiente, melhores canais e conhecendo bem cada oportunidade graças ao histórico de informações armazenadas. Quando todos os elementos entram em cena, crescem as chances de converter a oportunidade em venda.
Buscamos saber a frequência com que nossos respondentes seguem a prática abaixo:
Acompanhamos as taxas de primeiro contato. Buscamos sempre aperfeiçoar a abordagem do time de Vendas, analisando os contatos e compartilhando boas práticas.
O primeiro ponto de atenção é este: menos da metade das empresas que responderam os Panoramas 2026 têm o cuidado de verificar taxas de primeiro contato e garantir as boas práticas. O motivo para isso? Vimos antes que 54% dos times ainda não usam CRM, onde é fácil analisar taxas de primeiro contato e verificar se as abordagens estão sendo eficientes. Quando olhamos para o pilar de abordagem, as ferramentas certas fazem a diferença.
WhatsApp é o canal preferido no primeiro contato, citado por cerca de 3 de cada 4 respondentes.
É certo que cada tipo de negócio tem suas especificidades no contato com leads que chegam ao funil. Mas o WhatsApp costuma ser um bom ponto de partida nesse momento, porque tem caráter imediatista, facilita futuros follow-ups, além ser importante nos atendimentos pós-venda.
Vale lembrar que a preferência pelo WhatsApp não invalida outros canais, que seguem relevantes em momentos distintos da jornada para uma abordagem multicanal:
Email: canal essencial para formalização e registro das interações, ele nos dá histórico e segurança nas negociações. Ideal para envio de propostas, documentos e para reforçar alinhamentos feitos em outros canais.
Ligação: permite criar conexão mais rápida e humanizar o contato, fortalecendo a confiança do cliente. É bem eficaz para aprofundar necessidades, esclarecer dúvidas em tempo real e contornar objeções.
Visita presencial: fundamentais em negociações mais complexas e de maior valor, nas quais a proximidade influencia a decisão. Proporcionam leitura mais completa do cliente e fortalecem o relacionamento de longo prazo.
Videoconferência: podem ser eficientes antes de fechar uma negociação, para apresentar casos de uso e mostrar como o produto ou serviço faz sentido a um futuro cliente.
Enquanto 38% dizem não saber qual é o tempo, 24% afirmam levar até 5 minutos para fazer o primeiro contato.
Preocupa saber que mais de um terço das empresas (38%) sequer medem o tempo de contato, afinal, como otimizar o que não medimos? Em vendas, a agilidade nesse início muda o jogo: quanto mais rápido, maior a chance de engajar o lead ainda no momento de interesse e converter em oportunidade real.
De novo, podemos associar os respondentes que não sabem o tempo de resposta àqueles 54% que não usam CRM de Vendas, uma vez que, com a ferramenta, você mede esse tempo e consegue programar o envio de templates personalizados para os leads.
Lembra que comentamos sobre os recortes que bateram mais metas de vendas? No segmento de Software, que é um desses, apenas 14% dos respondentes não sabem qual é o tempo de resposta e 32% afirmam que é 5 minutos. Ou seja, definitivamente, a agilidade em contatar Leads que chegam ao funil pode ajudar a fechar mais vendas.
A rotina de feedbacks e avaliação de performance é a principal ferramenta para analisar abordagens em times de vendas.
Avaliar a abordagem exige frequência, ou seja, isso não deve ficar restrito às reuniões de performance. É fundamental combinar uma visão quantitativa (tempo de resposta, taxas, indicadores) com uma qualitativa (discurso, técnicas e qualidade das interações). Aqui, o uso de ferramentas de CRM com IA pode acelerar análises e trazer insights mais consistentes para o time.
A multicanalidade deixou de ser teoria para virar regra no CRM. O WhatsApp atingiu quase 90% de adoção, consolidando-se como o canal oficial de vendas dos times que usam o RD Station CRM. Ainda assim, o Email mantém sua relevância estratégica pela intensidade: embora usado por menos empresas, registra o dobro da média de disparos por conta.
O diferencial será o equilíbrio focado na jornada do cliente. O sucesso não está em escolher um único canal, mas em garantir que a mensagem certa chegue onde o cliente prefere falar.
Canal > Adoção (% de Contas)
*A mesma empresa pode usar mais de um canal, portanto a soma das porcentagens em Aoção é maior que 100%.

Se o WhatsApp é o canal favorito de 74% das empresas, a IA é o que separa quem apenas “manda mensagem” de quem fecha negócio.
Assista à nossa demonstração e saiba como usar a IA exclusiva da RD para atualizar seu CRM por comandos de voz e texto pelo WhatsApp e identificar as oportunidades que realmente vão converter.
Abordagem em vendas envolve rapidez e monitoramento constante. A questão é que esse monitoramento está deixando a desejar: 38% das empresas não sabem quanto tempo levam para responder um lead que chega ao funil e apenas 47% seguem à risca boas práticas de análise de abordagem, o que compromete qualquer tentativa de otimização.
Entre os canais, o WhatsApp lidera a preferência, mas sabemos que não precisa ser o único canal: a multicanalidade é sempre mais inteligente. Para evoluir, já sabemos o caminho, que envolve avaliar KPIs de abordagem, como tempo do primeiro contato e taxas de conversão, junto de análises qualitativas do discurso dos vendedores. Aqui, o apoio do CRM traz mais eficiência e consistência ao processo.
Conversão é onde Processo, Empoderamento e Abordagem mostram seu valor, ou seja, o esforço vira resultado. Neste pilar, precisamos acompanhar de perto cada métrica, entender o ritmo do ciclo de vendas e otimizar as taxas de avanço entre as etapas do funil para transformar oportunidades em receita real.
Em nosso questionário buscamos entender como está a seguinte prática entre os profissionais:
Os times acompanham a conversão de cada etapa do Funil de Vendas e identificam de onde vieram as oportunidades. Existem rituais semanais para analisar o Funil de Vendas (pipe review) e também para fazer projeções de venda (forecast).
Chegamos a um dos maiores gaps das operações de vendas hoje no Brasil: 62% dos times não acompanham de perto as taxas de conversão e andamento do funil. Sem essa visibilidade, fica difícil identificar gargalos, prever resultados e agir com precisão. A ausência de rituais como pipe review e forecast compromete a previsibilidade e o crescimento sustentável.
Só não falamos que essa é a principal dor das operações comerciais porque estamos diante de um todo no qual cada parte é essencial. Perceba que vai se formando uma bola de neve: vimos, em Processos, que poucos times usam Funil de Vendas e, agora, sabemos que a maioria não analisa cada etapa.
Quase metade das empresas, 45% delas, trabalham sem metodologia de vendas definida. Entre aquelas que têm metodologia, Venda Conceitual e Spin Selling são as mais comuns.
Mesmo com uma diminuição de 6 p.p. nas empresas que não adotam metodologia da edição passada para esta, quase metade segue sem uma definição. E por que isso importa? Quando não existe metodologia, temos um cenário de baixa padronização e pouca previsibilidade em vendas.
Metodologias trazem clareza de processo, ajudam a qualificar melhor as oportunidades e tornam a atuação do time mais consistente. Além disso, facilitam o treinamento, a replicação de boas práticas e aumentam as chances de escalar resultados com eficiência.
Não podemos dizer qual é a melhor e mais indicada — a escolha depende das particularidades de cada negócio. A dica é estudar cada metodologia e entender qual faz mais sentido à sua operação. Porém, caso queira uma pista, entre as empresas que mais batem meta e têm alta performance, essas são as metodologias mais comuns:
1º lugar – SPIN Selling
2º lugar – Venda conceitual
1.445 respondentes (cruzamento entre quem tem metodologia, bateu meta de vendas e afirma ter alta performance).
Um quarto dos respondentes diz não saber ou não medir a taxa de conversão.
Quanto maior a taxa de conversão, mais afiado está o motor de Vendas. E, pra quem leu até aqui, sabe que taxas boas não caem do céu: elas vêm da atenção, da análise e do trabalho consistente em cada pilar da operação comercial. Por isso, é preocupante ver que 25% ainda não fazem essa mensuração.
As taxas de conversão refletem a diversidade dos ciclos de venda no Brasil. No topo, setores como Varejo (33%) e Hardware e Eletrônicos (28%) lideram com decisões de compra rápidas e alta intenção de consumo.
Já segmentos como Imobiliárias (3,2%) e Serviços de RH (2,2%) enfrentam o desafio de jornadas longas e decisões complexas. Nesses nichos, a baixa conversão exige uma gestão de funil rigorosa, na qual automação e uso estratégico do WhatsApp deixam de ser diferenciais e tornam-se ferramentas essenciais para manter o lead engajado.
Ausência de retorno do cliente e leads desqualificados são os principais motivos de perda de vendas.
Boa parte das perdas vem de falhas operacionais e de alinhamento. A ausência de resposta do cliente escancara a falta de follow-up estruturado e de automações que garantem consistência no contato. Já os leads desqualificados indicam desalinhamento entre Marketing e Vendas na geração e qualificação das oportunidades.
Enquanto isso, preço e concorrência sugerem um problema anterior à venda: falta de percepção de valor, muitas vezes originada no posicionamento e na comunicação de Marketing. Aqui vale repetir: evoluir as taxas de conversão passa por integração real entre as áreas da empresa e mais disciplina na execução.
O pilar de Conversão é onde todo o esforço comercial se traduz em resultado — mas os dados mostram uma operação ainda pouco estruturada. Da falta de acompanhamento de taxas por etapa do funil ao percentual de empresas sem metodologia definida, temos números que indicam que ainda há muito espaço para evolução. O resultado é um cenário de baixa padronização e pouca consistência na execução.
Na rotina, isso causa falhas desnecessárias, como enfrentar perdas por ausência de follow-up e leads desqualificados. No fim, fica claro que melhorar a conversão não depende de ações isoladas, mas de um trabalho consistente, integrado e disciplinado ao longo de toda a operação comercial.
No pilar de Evolução, devemos identificar o que é preciso fazer para atingir o resultado previsto a partir das etapas anteriores: processo definido, time empoderado, abordagem refinada e boa priorização para conversão. E isso só é possível quando o time se envolve em análises profundas para identificar as melhores oportunidades de aperfeiçoamento. Afinal, para evoluir, é preciso primeiro compreender e avaliar o cenário.
Os dados mostram que o mercado ainda tem dificuldade em estabelecer rituais constantes de análise. Se está difícil alcançar as metas, revisões frequentes de processos e playbooks podem trazer novas ideias e pistas do caminho a ser traçado.
Mesmo com a diminuição de respondentes sem frequência definida, houve um aumento de 5 p.p. entre aqueles que afirmam nunca realizar revisões, movimento que preocupa o mercado. Afinal, a evolução constante é que permite alcançar uma estrutura comercial mais redonda, aproveitando diversos benefícios, como o próprio encurtamento do ciclo de vendas.
Os dados de 2025 revelam que a maioria das empresas brasileiras (51%) mantém um ciclo de vendas de até um mês. Por outro lado, um dado que acende um sinal de alerta é que 19% dos respondentes não sabem ou não medem essa métrica.
Não medir o ciclo de vendas é um risco estratégico, pois se perde a capacidade de identificar gargalos operacionais que podem reter leads desnecessariamente em etapas específicas do funil. E quanto mais longo o ciclo, mais crítico se torna o estabelecimento de etapas de funil de vendas bem claras e mensuráveis, para evitar a perda de oportunidades ao longo da jornada.
O cenário de análise de dados permanece praticamente estagnado: 39% das empresas já contam com profissionais ou times focados em análise de dados, contra 37% no ano anterior. Essa inércia pode refletir diretamente na dificuldade de medir o ciclo de vendas.
Para os 24% que ainda não têm planos de dedicação exclusiva para dados, o papel do gestor de Vendas torna-se ainda mais crítico. Nesses casos, o uso de ferramentas com IA embutida e relatórios automatizados, como o CRM, é o que garante que a operação não fique cega e consiga transformar números em ações estratégicas de crescimento.
A taxa de conversão aparece como a dor latente de 1 em cada 4 respondentes. Isso indica que, embora as empresas consigam gerar volume, a dificuldade reside em transformar esse interesse em receita real.
Esses dados reforçam que a busca por resultados não é apenas sobre vender mais, mas sobre vender melhor. A dor com o tempo de primeiro contato e a falta de clareza sobre perdas indicam que muitas empresas ainda operam de forma fragmentada, perdendo eficiência por não terem uma visão unificada da jornada do cliente.
Superar esses desafios exige sair do discurso tático e estruturar uma operação de relacionamento que conecte canais, times e dados de ponta a ponta.
O Painel e o Dashboard continuam liderando a adoção de relatórios no RD Station CRM, indicando uma busca do mercado por visões rápidas.
1º lugar: Painel
2º lugar: Dashboard
3º lugar: CRM live
(Dados de 2025 do RD Station CRM)
Para refletir:
Os dados mostram que o mercado sabe o que está acontecendo, mas ainda pode ter dificuldade de se aprofundar. Enquanto a maioria se limita a monitorar volume, as empresas de alta performance são aquelas que também dominam visões mais específicas, como Conversão e Atividades, focando em como vender mais.
Os dados de 2025 revelam um cenário de transição: o mercado brasileiro já reconhece a importância da análise de dados, mas ainda luta para transformar intenção em rotina operacional.
Para 2026, a evolução não virá apenas de correr atrás de metas, mas de parar para refletir sobre o que os dados estão dizendo. As empresas que se destacarem serão aquelas que:
Estabelecerem ritos de revisão: sair do “nunca” ou do “sem frequência” para rituais mensais ou trimestrais de ajuste de playbooks e processos.
Domarem a visibilidade operacional: ir além de olhar apenas o volume do funil e passar a dominar métricas de eficiência e motivos de perda.
Capacitarem o time para a nova era: aproveitar o desejo por treinamentos e o interesse em IA para criar uma operação que seja, ao mesmo tempo, humana no relacionamento e automatizada na escala.
O quanto sua gestão comercial está presa em tarefas manuais e operacionais, sem tempo para analisar o que pode ser melhorado? Trazer o time para a cultura de dados é o que separa uma operação que apenas responde mensagens de uma que estrutura o crescimento.

A Vivalá Turismo tinha uma dor bem clara: descompasso entre Marketing e Vendas. O time de vendas recebia negociações frias e lutava para priorizar os contatos, resultando em um ciclo de vendas demorado demais.
Com as soluções da RD Station, a empresa de turismo sustentável passou a ter um funil de vendas mais estruturado. Entre as ações implementadas, vieram a definição de prazos para trabalhar os leads, automação de emails de follow-up baseada em lead scoring e qualificação automática dos leads.
Claro que os resultados não tardaram a chegar. O ciclo de vendas caiu 77% e a taxa de conversão entre negociações criadas e vendidas triplicou. Mesmo enviando 52% menos leads para o time comercial, devido à melhor qualificação, o volume de vendas aumentou 38%. Eficiência é sobre isso: arrumar a casa nos processos e escolher as ferramentas certas!