Estratégias da RD Station
Qual o seu principal desafio hoje? Descubra como podemos te ajudar.
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Agora, entramos no cerne das operações de Marketing, analisando no detalhe as estratégias e canais mais populares, a forma como estão sendo usados e o que tem mudado de um ano para o outro.
De cada 10 respondentes, cerca de 8 trabalham com estratégias Inbound, seja Inbound como prioridade ou na mesma importância do Outbound.
O Inbound Marketing segue relevante para a maioria das empresas brasileiras, não apenas como estratégia principal, mas como parte essencial do mix de Marketing. Em 2025, 19% das empresas operaram exclusivamente com Inbound e outras 25% o priorizaram mesmo combinando com Outbound. Além disso, 32% adotam Inbound e Outbound de forma equilibrada — o que indica que a estratégia está fortemente presente em 76% das operações.
Inbound e Outbound: relembre as diferenças
Inbound e Outbound Marketing se diferenciam na abordagem: enquanto o Outbound busca o cliente com mensagens diretas, o Inbound atrai o público por meio de conteúdo relevante e experiências de valor. Nos últimos anos, o Inbound evoluiu e exige maior personalização, uso inteligente de dados e uma estratégia multicanal integrada para alcançar e engajar consumidores mais exigentes.
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Redes sociais, marketing de conteúdo e mídia paga são as estratégias mais comuns entre as empresas do Brasil.
Temos uma leve retração no uso das estratégias de marketing mais tradicionais ao longo dos anos, sobretudo redes sociais, mídia paga e marketing de conteúdo, que perderam participação desde 2022. Ao mesmo tempo, iniciativas mais conversacionais, como chatbots e WhatsApp, tiveram crescimento no período, o que indica uma adaptação às novas formas de interação com leads e clientes.
Anúncios em redes sociais é a forma mais popular de captar leads: 60% das marcas usam essa estratégia, seguido de eventos presenciais e formulários em blog ou site.
Em 2025, houve uma leve queda nas estratégias populares, como anúncios em redes sociais e formulários em sites. Já a maioria das táticas, como o uso de WhatsApp e parcerias, permaneceu estável ou caiu. Isso indica que as empresas continuam a depender de métodos tradicionais para captação de leads, com pouca mudança em relação a 2024. Mesmo que as empresas tenham dito que veem espaço para melhorias de estratégias, a mudança não está sendo aplicada na geração de leads.
O cenário atual não pede menos digital, mas sim um digital mais profissional e focado em resultados. Onde as táticas tradicionais recuam, a inteligência de dados e a automação surgem como o diferencial para quem quer escalar resultados.
Como as empresas de cada segmento que usam RD Station Marketing transformam visitantes em Leads? No gráfico abaixo, dos 100% de Leads gerados por cada segmento, você vê os percentuais por funcionalidade, como formulários, pop-ups e outros. Aproveite para fazer um benchmarking e explorar mais possibilidades.
Média dos segmentos
Agências de Marketing e Publicidade
Agronegócio
Consultoria
E-commerce
Educação
Engenharia e Indústria Geral
Eventos
Financeiro, Jurídico e Relacionados
Governo e Agências Públicas
Hardware e eletrônicos
Imobiliário
ONGs
RH e Coaching
Saúde e Estética
Serviços
Software
Telecomunicações
Turismo
Varejo
Para refletir:
A grande maioria dos Leads vem de formulários que podem estar nas páginas de blog ou site. Mas alguns segmentos têm suas peculiaridades:
É claro que precisamos ir além de gerar leads: temos que entender também a qualidade desses contatos e se avançam no funil. A seguir, trazemos um gráfico em que você vê o percentual de cada funcionalidade na geração de oportunidades, ou seja, leads que serão trabalhados pelos times de Vendas em uma visão por segmento de negócio:
Média dos segmentos
Agências de Marketing e Publicidade
Agronegócio
Consultoria
E-commerce
Educação
Engenharia e Indústria Geral
Eventos
Financeiro, Jurídico e Relacionados
Governo e Agências Públicas
Hardware e eletrônicos
Imobiliário
ONGs
RH e Coaching
Saúde e Estética
Serviços
Software
Telecomunicações
Turismo
Varejo
Para refletir:
Enquanto, no gráfico anterior, a maioria dos leads vem de Formulários, aqui a geração de oportunidades está mais pulverizada: Formulários, Facebook Ads e Landing Pages têm peso parecido. Isso mostra a importância de não depender apenas de um formato.
Abaixo, você confere a taxa média de conversão de Landing Pages por segmento dos clientes RD Station Marketing, usadas para os mais diversos estágios do funil. Lembrete: materiais mais topo de funil podem ter conversões mais altas que ofertas de fundo. A pergunta que fica é: suas LPs têm taxas parecidas?
64% das empresas fazem questão de coletar tanto email quanto telefone de seus leads.
Ao olhar para o ano anterior, telefone e email mantiveram-se essenciais para comunicações de empresas com leads. O motivo é claro: são dois canais que atuam de forma complementar na jornada do cliente.
Coletar tanto email quanto telefone é a preferência de cerca de 6 em cada 10 respondentes.
Esse padrão repetiu a realidade atual do mercado, com preferência em coletar os dois contatos, email e telefone. Isso é o ingrediente básico de uma estratégia multicanal, que traz a chance de contatar o lead em momentos e situações diferentes: o WhatsApp pode trazer avisos e lembretes mais urgentes, enquanto o email permite uma nutrição mais longeva.
Redes sociais é o canal mais usado pelas empresas, sendo explorado com frequência por 85% dos respondentes, seguido de WhatsApp (7 de cada 10 respondentes) e mídias pagas (6 de 10).
| Canal | Usado com frequência | Apenas em campanhas específicas | Não usamos |
|---|---|---|---|
Redes sociais | 85% | 11% | 4% |
72% | 16% | 12% | |
Mídias Pagas | 58% | 24% | 18% |
54% | 29% | 17% | |
Blog e conteúdo | 39% | 24% | 37% |
Mídia impressa | 14% | 23% | 63% |
Rádio ou TV | 10% | 17% | 73% |
SMS | 7% | 13% | 80% |
Telegram | 5% | 8% | 87% |
Quando analisamos os principais canais desta edição em comparação com a passada, temos, pela primeira vez, o WhatsApp sem crescimento, com 72% nas duas edições. O que nos faz pensar: será que atingimos um teto para o canal?
Comparando os recortes de respondentes, algumas diferenças se sobressaem:
Redes sociais é o canal mais importante, com 40% dos votos. WhatsApp e mídias pagas recebem 20% cada.
Esses percentuais nos dão mais uma prova de que é preciso cuidar do mix de canais. Afinal, três canais dominam: Redes Sociais, WhatsApp e Mídias Pagas, reflexo da busca por alcance imediato e mensuração. No entanto, o mix precisa ser mais amplo — depender apenas desses três canais aumenta os riscos relacionados a mudanças nas plataformas e saturação da audiência.
Lembre-se: o blog não impacta apenas o SEO tradicional, ele também alimenta modelos de IA e baseia respostas automatizadas, ampliando descoberta e autoridade.
Na sequência, olhamos para conteúdo e os principais canais usados. Lembrando que WhatsApp aparece em mais detalhes no capítulo de Conversas.

76% das empresas usam Inbound, mas poucas dominam a jornada multicanal. Com a RD Station você pode implementar uma estratégia de múltiplos canais para transformar a jornada do lead, desde a captação até a conversão.
Tudo com decisões rápidas baseadas em dados reais, ajustando-se às necessidades de cada canal e ação.
Conteúdo é um dos grandes pilares do Marketing Digital. É responsável por criar valor antes de vender, melhorar SEO, construir autoridade e reduzir o custo de aquisição ao facilitar conversões orgânicas. Além disso, alimenta a multicanalidade e permite que as marcas sejam encontradas nas buscas via IA, em LLMs, como ChatGPT, Claude e Gemini.
Formatos para redes sociais é a opção mais popular, escolhida por 80% dos respondentes. Newsletters e Email Marketing aparecem em seguida.
As redes sociais são de longe a preferência das empresas brasileiras, consolidadas como formato dominante. As demais opções mudam relativamente pouco: newsletters, blog e webinars mantêm patamares estáveis; eBooks, podcasts e eventos online recuam pouco ano a ano. Já os eventos presenciais, que cresceram 10% em relação a 2023, indicam que a interação ao vivo segue viva.
Fica o alerta: a preferência tão alta por redes sociais limita o alcance, já que o algoritmo reduz a visibilidade orgânica e a presença da marca fica vulnerável a mudanças nas plataformas. O mix de formatos de conteúdo é essencial. Trabalhar multicanal — combinando social, email/Newsletters, WhatsApp, blog e eventos — amplia os pontos de contato e melhora a resiliência da estratégia. Isso facilita, inclusive, o aparecimento da marca em buscas de IA, que vamos ver na sequência.
Quase 4 de cada 10 empresas brasileiras ainda não otimizam conteúdo para ChatGPT, Claude e Gemini, que são as LLMs mais conhecidas.
Se 36% não otimiza e 23% não sabe se isso é feito, temos quase 60% das empresas no limbo de otimização para buscas em IA. E isso acende um alerta: não ter essa prática faz com que as marcas percam visibilidade nas novas interfaces de busca. Ou seja, a empresa perde chances de aparecer em respostas geradas por IA, tendo menos oportunidades de descoberta, comprometendo também sua autoridade em um contexto cada vez mais orientado por buscas em IAs.
Mas o que pode ser feito para melhorar a performance em buscas de IA? É o que vemos a seguir:
A criação de conteúdo original é a aposta de 33% das empresas, seguida do gerenciamento de reputação online.
Mesmo não sendo comum a boa parte das estratégias, as empresas brasileiras estão implementando métodos eficazes para otimizar conteúdo para LLMs: a prioridade é a criação de conteúdo original, seguida pelo gerenciamento da reputação online. Essas iniciativas são fundamentais para aumentar a relevância e o desempenho digital.
Email é o quarto canal mais usado com frequência pelos respondentes. É um canal direto e proprietário para nutrir leads, personalizar mensagens e automatizar jornadas, gerando alta retenção e conversão ao longo do ciclo de vida dos clientes. Permite segmentação precisa, testes A/B e mensuração clara. A seguir, confira como ele vem sendo utilizado.
Campanhas de email, sejam elas recorrentes ou não, são usadas por mais da metade dos respondentes, bem à frente de fluxos.
No Brasil, o uso de Email Marketing segue bastante apoiado em campanhas recorrentes, como newsletters, que continuam sendo o formato mais adotado ao longo dos anos — com leve queda de 61% em 2023 para 58% em 2025. As campanhas específicas, sem recorrência, também mantêm relevância próxima.
Por outro lado, os fluxos de automação aparecem atrás em adoção, com os mais avançados caindo de 45% em 2022 para 39% em 2025, enquanto os fluxos simples permanecem na casa dos 36%. Esse cenário revela uma oportunidade latente: usar mais automação, um caminho para ganhos reais de eficiência e personalização. Afinal, investir em comunicações automatizadas ao longo da jornada do cliente permite entregar relevância com menor esforço operacional, criando uma vantagem competitiva frente aos concorrentes.
41% das empresas fazem envios mensais. Newsletters semanais são a segunda maior frequência.
O envio de newsletter tem particularidades conforme o segmento da empresa, muito atrelado ao ciclo de vendas. Varejo tem um percentual maior de envios semanais (61%). Já software e educação preferem a periodicidade mensal, com 53% e 59% de preferência, respectivamente.
A análise de mais de 500 mil disparos confirma: a automação não é apenas uma conveniência operacional, mas uma alavanca de performance. Enquanto emails de campanhas pontuais registram CTOR (Taxa de Cliques por Abertura) de 9%, fluxos de automação alcançam 12%. Essa diferença representa uma eficiência 50% maior na capacidade de engajamento real com o conteúdo enviado.
O segredo está no timing e na segmentação. Enquanto a campanha única muitas vezes interrompe o Lead e nem sempre é tão segmentada, o fluxo de automação o acompanha, entregando a mensagem certa no momento exato de sua jornada.
Será que sua campanha de email pode melhorar? Sempre pode! E entender as taxas de email do segmento de sua empresa te permite seguir evoluindo nos resultados. A seguir, trazemos as seguintes taxas em uma visão por segmento de negócio:
| Segmento de negócio | Taxa de abertura média | Taxa de cliques média | Taxa de cancelamento |
|---|---|---|---|
Média geral | 19,54% | 2,15% | 0,05% |
Agronegócio | 19,82% | 2,51% | 0,04% |
Agência de Marketing e Publicidade | 20,71% | 2,08% | 0,06% |
Consultorias e Treinamentos | 18,98% | 2,55% | 0,06% |
Ecommerce | 15,41% | 1,06% | 0,05% |
Educação e Ensino | 17,96% | 1,78% | 0,04% |
Engenharia e Indústria Geral | 19,44% | 2,58% | 0,07% |
Eventos | 18,26% | 2,25% | 0,09% |
Financeiro, Jurídico ou Serviços Relacionados | 20,62% | 2,17% | 0,07% |
Governo e Órgãos Públicos | 21,37% | 3,01% | 0,04% |
Hardware e Eletrônicos | 22,44% | 2,30% | 0,07% |
Imobiliárias | 18,93% | 1,85% | 0,05% |
Mídia e Comunicação | 19,12% | 2,11% | 0,04% |
ONGs | 22,07% | 2,13% | 0,04% |
Saúde e Estética | 18,06% | 2,13% | 0,04% |
Serviços em Geral | 19,97% | 2,17% | 0,06% |
RH e Coaching | 20,38% | 2,85% | 0,06% |
Software e Cloud | 20,72% | 2,68% | 0,08% |
Telecomunicações | 19,86% | 1,93% | 0,06% |
Turismo e Lazer | 19,63% | 1,56% | 0,07% |
Varejo | 17,10% | 1,30% | 0,06% |
As empresas brasileiras já dominam o “básico bem-feito”, mas ainda operam em jornadas lineares, com 43% dos fluxos em baixa complexidade e quase 60% passando por otimizações para melhorar a performance.
Mas o diferencial competitivo está na automação de intenção: trocar réguas genéricas por caminhos condicionais que reagem aos interesses e comportamentos do lead. O sucesso no próximo ciclo não virá do volume, mas da precisão em orquestrar mensagens personalizadas para o momento certo da jornada.
Pensando na maturidade por segmentos de negócio, Agronegócio, Software e Educação lideram essa evolução, registrando quase 40% de seus fluxos em alta complexidade para sustentar jornadas mais longas.
Já Telecomunicações, Hardware e Eletrônicos e Serviços focam em polir processos simples, enquanto setores transacionais, como Varejo e Eventos, operam priorizando comunicações pontuais.
| Segmento de negócio | Complexidade Baixa | Complexidade Média | Complexidade Alta | Fluxos Otimizados |
|---|---|---|---|---|
Média geral | 42,91% | 23,99% | 33,10% | 58,30% |
Agência de Marketing e Publicidade | 39,13% | 26,02% | 34,85% | 56,31% |
Agronegócio | 35,85% | 24,18% | 39,97% | 53,85% |
Consultorias e Treinamentos | 36,91% | 29,89% | 33,20% | 57,92% |
Ecommerce | 44,07% | 24,54% | 31,39% | 57,02% |
Educação e Ensino | 39,03% | 22,79% | 38,21% | 60,07% |
Engenharia e Indústria Geral | 44,10% | 25,13% | 30,77% | 60,87% |
Eventos | 52,35% | 22,83% | 24,81% | 53,30% |
Financeiro, Jurídico ou Serviços Relacionados | 45,53% | 23,33% | 31,14% | 59,10% |
Governo e Órgãos Públicos | 43,39% | 28,57% | 28,04% | 38,62% |
Hardware e Eletrônicos | 49,43% | 18,34% | 32,23% | 61,79% |
Imobiliárias | 43,64% | 27,10% | 29,26% | 53,99% |
Mídia e Comunicação | 36,23% | 29,39% | 34,38% | 58,50% |
ONGs | 54,66% | 18,13% | 27,21% | 44,69% |
RH e Coaching | 51,52% | 15,98% | 32,50% | 60,37% |
Saúde e Estética | 46,36% | 23% | 30,65% | 55,76% |
Serviços em Geral | 47,45% | 23,07% | 29,48% | 60,65% |
Software e Cloud | 40,05% | 22,07% | 37,88% | 60,43% |
Telecomunicações | 47,06% | 24,18% | 28,76% | 63,59% |
Turismo e Lazer | 40,33% | 28,60% | 31,07% | 61,55% |
Varejo | 48,37% | 22,97% | 28,66% | 57,13% |
Este é o terceiro canal em importância, segundo nossos respondentes. Não à toa: as mídias pagas funcionam como um combustível de crescimento, enquanto o orgânico ainda está amadurecendo. É um canal que pode acelerar resultados, colocando sua mensagem na frente do público certo e no momento ideal, e ainda permite segmentação fina, retargeting e testes rápidos.
Instagram e Google Ads são os canais preferidos de mídias pagas e usados com mais frequência.
Podemos ver uma forte preferência por plataformas de mídia paga já consolidadas, com destaque para Instagram, Google e Facebook Ads, que lideram o uso frequente nas estratégias. Em contraste, mídias como LinkedIn, programática e TikTok ainda são pouco exploradas, muitas vezes restritas a campanhas específicas.
O Google Ads é a mídia que recebe mais investimentos, 10 p.p. à frente do Instagram Ads.
O Google Ads segue recebendo a maior parte do investimento em mídias pagas, mesmo que Instagram Ads seja a plataforma usada com mais frequência, como vimos no gráfico anterior. Também temos pouca variação ano a ano nos percentuais, demonstrando estabilidade na alocação de recursos.
63% das empresas investiram até R$ 100.000 em mídias pagas.
58% das empresas pretendem investir até R$ 100.000 neste ano.
Em 2025, o cenário de investimentos em mídias pagas mostra continuidade em relação às edições passadas do nosso estudo. Apesar de ser um canal estratégico, a maior parte das empresas mantém aportes modestos: 63% investiram até R$ 100 mil. Para 2026, a tendência se mantém, com 58% das empresas planejando investir até R$ 100 mil, reforçando a cautela na alocação de recursos, mesmo diante da relevância do canal.
As exceções são os segmentos de Software e Educação: 33% das empresas de Software querem investir mais de R$ 100 mil. Esse número é de 43% para o segmento de Educação.
A maior parte dos investimentos vai para as etapas de consideração da solução e decisão de compra.
Descoberta
Reconhecimento do problema
Consideração da solução
Decisão de compra
Pós-venda e fidelização
Comparando esta edição dos Panoramas com a passada, os investimentos frequentes em mídia paga aumentaram cerca de 10 p.p. nas etapas iniciais do funil, como descoberta e reconhecimento do problema, enquanto permanecem estáveis na consideração e na decisão de compra. Já o pós-venda e fidelização continua com baixo aporte, mostrando que a prioridade das empresas no investimento de mídias pagas está na atração e na conversão de clientes.
As redes sociais seguem reinando como a estratégia favorita dos times de Marketing. Elas se mostram essenciais na geração de leads, seja por anúncios ou pelo contato direto via chat. Agora, é hora de descobrir quais plataformas conquistaram de vez a preferência das empresas:
9 de cada 10 respondentes usam o Instagram com frequência. De longe, é a rede social mais utilizada.
Alguns insights sobre o uso das redes:
Da edição passada para a atual, o TikTok segue com a mesma adesão de uso frequente: 17%, um número ainda baixo. Empresas B2C ficam acima dessa média em 5 p.p. Além disso, o segmento de Varejo fica bem acima da média, com 28% de uso frequente.
O LinkedIn se destaca no uso frequente para o segmento de Software, com 75% de adesão e 27 p.p. acima da média geral. O setor de Serviços também se sobressai no uso frequente da rede, com 60%.
A dependência de uso do Instagram segue semelhante à última edição dos Panoramas e todos os recortes de respondentes usam de forma massiva, o que deixa o recado: o quanto o algoritmo está trabalhando a seu favor e permite que sua marca se destaque?
Tenha em mente que, quando usamos apenas os mesmos canais, a concorrência fica muito mais alta para chamar a atenção da audiência. Quando você diversifica canais e redes, sua marca chega mais longe.
Conteúdos de topo e meio de funil são os mais utilizados: quase 7 em cada 10 entrevistados os utilizam com frequência. Depois, vêm aqueles com foco em engajamento.
Conteúdos de topo e meio de funil, junto de formatos voltados para engajamento e vendas, são os mais explorados pelas marcas, indicando foco em atrair, envolver e converter o público. Mas as redes sociais também entretêm: e aí o branded content ganha relevância ao equilibrar essas frentes e criar conexão emocional. Enquanto isso, o baixo uso de influenciadores chama a atenção, mesmo com o crescimento recorrente do marketing de influência nos últimos anos. Seria falta de conhecimento, orçamento ou pouca visão de valor na estratégia?
Alcance e impressões são as métricas mais importantes, seguidas de perto por pelo menos 7 em cada 10 respondentes.
Os brasileiros priorizam métricas de alcance, impressões e crescimento. Porém, ainda vemos uma baixa adesão em métricas mais conectadas à receita e/ou interesse na marca. Assim, o caminho é evoluir a estratégia para conseguir comprovar os resultados. E não se esqueça de que nenhuma métrica deve ser analisada isoladamente — nem sempre ela reflete o impacto real no negócio.