Estratégias da RD Station
Qual o seu principal desafio hoje? Descubra como podemos te ajudar.
Qual o seu principal desafio hoje? Descubra como podemos te ajudar.

Não se trata de discutir se a IA deve fazer parte de uma operação — ela já faz. A questão agora é como ela está sendo usada, se vai além do apoio operacional e se influencia decisões e geração de oportunidades, para que possa gerar mais receita e trazer inteligência de negócio. Por isso, neste capítulo analisamos o uso de IA no geral e nas especificidades dos times de Marketing e Vendas.
De cada 10 respondentes dos Panoramas 2026, 6 usam IA no dia a dia de Marketing e Vendas.
Analisando apenas o total de respondentes, estatisticamente não temos diferença significativa do estudo passado para este. A maior evolução ocorreu de 2023 para 2024, quando a IA estava se popularizando. Então, faz sentido pensar que atingimos um teto no uso da tecnologia? Ainda não, sobretudo quando olhamos para as diferenças de adesão em grupos específicos dos respondentes da pesquisa, confira:
Marketing e Vendas
O uso em Marketing fica acima da média geral e cresceu 4 p.p. em relação ao ano passado, já em Vendas, mesmo com o aumento de 5 p.p. do estudo passado para este, segue abaixo da média. Em relação a outros grupos de respondentes, temos:
Segmentos de negócios que usam IA
Clientes RD Station e não clientes que usam IA
Modelo de negócio
A IA generativa, com foco em texto, segue sendo a mais utilizada pelos respondentes, assim como nos Panoramas do ano passado. A seguir, vemos especificamente como times de Marketing e Vendas usam IA, além da média geral dos respondentes:
| Times de Marketing | Times de Vendas | |
|---|---|---|
IA generativa para criação de conteúdo | 51% | 27% |
Planejamento de estratégia e novas ideias | 44% | 22% |
Análise de dados e/ou criação de relatórios | 31% | 19% |
Personalização de campanhas e experiências | 26% | 14% |
Automações de Marketing | 26% | 11% |
Chatbots e assistentes de vendas | 21% | 13% |
Otimização de anúncios | 23% | 10% |
CRM inteligente | 12% | 10% |
Análises preditivas | 7% | 6% |
Scoring e qualificação de leads | 7% | 5% |
Social listening e análise de sentimento | 6% | 3% |
Vendo apenas as respostas de profissionais de Marketing, a IA generativa é a principal, muito por conta da produção de conteúdo que cabe a esse time. Porém, outros usos também estão acima da média, como Análises e Relatórios, Automações de Marketing, Personalização de Campanhas e Chatbots.
Em uma pergunta à parte dos Panoramas RD Station, fomos entender se os times têm usado IA para facilitar as análises, apenas 4 de cada 10 respondentes disse que sim.
Fica claro que os usos de IA que podem realmente virar o jogo em relação à receita seguem baixos: análises preditivas, scoring e qualificação e social listening não chegam a 10% cada. Dessa forma, o uso de IA segue focado em produção, quando também poderia prever cenários para corrigir rotas com mais agilidade.
E quanto ao uso de IA em times de Vendas?
Assim como em Marketing, os percentuais dos times de Vendas mostram que os usos de IA preditiva e ferramentas que fazem a diferença para acelerar conversão e crescer a receita seguem com pouco destaque:
Só 10% dos times de Vendas dizem usar um CRM inteligente, que, por exemplo, consegue indicar próximas ações com contatos e analisar o histórico para prever oportunidades. Ainda, apenas 13% usam chatbots e assistentes de vendas, que poderiam acelerar o timing dos resultados comerciais.

Descubra na prática como a conexão IA da RD Station + TOTVS unifica sua operação, automatiza o comercial e transforma dados em oportunidades reais de venda.
O ganho em produtividade e redução de tarefas repetidas é o principal benefício no uso de IA, seguido de análise de dados.
Os dados mostram que, embora a IA já traga ganhos relevantes, como aumento de produtividade e melhor análise de dados, as empresas ainda parecem concentrar sua atenção em usos mais imediatos e operacionais — muito associados à IA generativa. Isso fica evidente quando benefícios mais estratégicos, como decisões mais certeiras (31%) e escalabilidade sem aumento de equipe (24%), aparecem com menor destaque, mesmo tendo potencial muito maior de impactar o crescimento do negócio no longo prazo.
Ou seja, há um foco predominante em eficiência incremental, enquanto oportunidades mais transformacionais ainda são subexploradas.
A adoção de IA no dia a dia do trabalho está diretamente conectada aos softwares que usamos. Uma vez que você tem uma opção com IA embutida, o uso se torna natural e ainda ganha uma camada extra de inteligência. Isso explica porque os clientes RD Station ficaram acima da média no uso de IA — nossas ferramentas já contam com a tecnologia. Mas será que está clara a necessidade de ter ferramentas com IA? Buscamos entender isso, veja a seguir.
De cada 10 respondentes, apenas 3 dizem que é essencial ter ferramentas com IA embutida.
As diferenças entre as respostas da pesquisa passada para a deste ano são tímidas, o que nos faz questionar por que muitos respondentes ainda não consideram o uso de IA e quais obstáculos veem na adoção da tecnologia. Na sequência, trazemos essas respostas:
Plágio ou respostas genéricas são as principais preocupações, seguidas de resultados errados.
Perceba que a perda de emprego por conta do uso de IA é o que menos preocupa nossos respondentes. A questão são os resultados ruins, sejam eles genéricos, plagiados ou com erros. É uma dor muito associada ao uso de IA generativa, que é o maior uso entre nossos respondentes.
“IA sem dados proprietários é apenas uma fábrica de textos. A Inteligência Artificial só se torna realmente poderosa quando está integrada às informações do seu negócio”,
A falta de conhecimento sobre IA e/ou quais são as melhores ferramentas é o principal ponto, seguido de verba para softwares com IA embutida.
Os dados mostram que a principal barreira para adoção de IA nas empresas é a falta de conhecimento sobre a tecnologia e ferramentas (46%), seguida pela limitação de verba (39%). Nesse cenário, mais do que seguir tendências, é fundamental ter clareza sobre suas principais dores operacionais. Só assim será possível escolher uma solução com IA que seja aderente à realidade do negócio — capaz de resolver problemas concretos, gerar valor e justificar o investimento.
5 de cada 10 empresas dizem usar o básico de IA e querem evoluir nessa frente.
Enquanto 53% dos respondentes têm consciência de que precisam evoluir no uso de IA, 20% estão satisfeitos com o uso básico. Mas até quando o básico atende a operação? Em tempos de IA preditiva, é fundamental contar com a tecnologia para não agir apenas de forma reativa e passar a antecipar cenários, comportamentos e riscos com base em dados.
O uso de IA nas empresas já é uma realidade consolidada, mas os dados mostram que sua evolução recente foi limitada — tanto em quantidade quanto na forma de aplicação. Após um salto mais relevante entre 2023 e 2024, a adoção se estabilizou, com cerca de 6 em cada 10 empresas utilizando a tecnologia no dia a dia. E mesmo com alguns avanços pontuais, o uso segue concentrado em áreas mais operacionais, sem uma mudança significativa rumo a aplicações mais estratégicas.
Na prática, a IA continua sendo usada para tarefas como geração de conteúdo, apoio operacional e automações básicas — impulsionadas pela IA generativa.
Enquanto isso, aplicações com maior potencial de impacto no negócio, como análises preditivas, scoring, CRM inteligente e apoio direto à tomada de decisão, ainda têm baixa adoção. Ou seja, mesmo com sinais de evolução, o uso da tecnologia ainda está mais voltado à eficiência do dia a dia do que à transformação real de resultados.
Esse cenário contrasta com a percepção das próprias empresas: metade reconhece que ainda utiliza apenas o básico de IA e precisa evoluir. Ainda assim, muitas não conectam essa limitação à base do problema: a escolha de ferramentas. Como a adoção da tecnologia está ligada aos softwares utilizados, avançar no uso de IA passa por contar com soluções que já tenham a tecnologia embarcada. Sem isso, o uso tende a continuar superficial, distante do seu real potencial de impacto no negócio.

A Seminovos Marajó é uma rede automotiva com mais de 50 anos de história, com foco em venda rápida e segura de veículos novos e seminovos. Mas, por mais sólida que seja, toda empresa passa por desafios e aqui a questão era a falta de integração entre os sistemas.
Foi quando a operação da Seminovos Marajó escolheu o ecossistema de automação da RD Station para uma transformação digital da captação até o fechamento da venda, sem perder leads no caminho. “A inteligência artificial conectada a diversos sistemas diferentes que antes não se integravam foi o ponto de virada pra gente”, segundo o time de Marketing da empresa.
Os resultados vieram com apenas 1 mês de implementação e impressionam. A automação passou a realizar 35% do atendimento de leads, o que equivale ao trabalho de três funcionários dedicados. O uso do WhatsApp como canal principal reduziu o custo por lead em 25% e a inteligência artificial elevou a taxa de conexão com leads em quase 40%.
Por isso, faz tanta diferença escolher ferramentas que já tenham IA embutida.