Estratégias da RD Station
Qual o seu principal desafio hoje? Descubra como podemos te ajudar.
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Neste capítulo, mergulhamos nos dados exclusivos do segmento de Indústria, trazendo análises estratégicas para apoiar as operações de Marketing e Vendas de um dos setores mais tradicionais do mercado.
Os dados de 2025 mostram uma Indústria que caminha em ritmo estável, mas sob o peso de um alto índice de insucesso em ambas as frentes.
Empresas abaixo das Metas de Marketing:
Empresas abaixo das Metas de Vendas
O setor enfrenta um desafio duplo: ao mesmo tempo em que a maioria das empresas não consegue entregar as metas de geração de demanda, a eficiência comercial também diminuiu, dificultando a recuperação dos resultados e o crescimento sustentável da Indústria.
A conexão entre as áreas no setor segue como um dos pontos mais sensíveis da operação. A integração entre os times não apenas é baixa, como apresentou uma leve retração em relação ao ano anterior, mantendo um cenário de isolamento que prejudica o faturamento.
As empresas têm integração satisfatória entre times de Marketing e Vendas?
As empresas do segmento Indústria definem SLA?
A ausência de um Acordo de Nível de Serviço (SLA) em quase 60% das empresas é um forte indicativo de que não há clareza sobre o que constitui um lead qualificado para o comercial.
Sem essa definição e com uma integração satisfatória em apenas 14% das instituições, o resultado é uma operação fragmentada: o Marketing foca em volume enquanto Vendas enfrenta dificuldades para converter as oportunidades, o que ajuda a explicar por que o setor tem sofrido para bater as metas comerciais nos últimos anos.
O setor industrial entra em 2026 com um foco pragmático e direcionado a resultados de curto prazo. Diferente de outros segmentos que buscam inovação agressiva, a Indústria prioriza a eficiência dos canais tradicionais e a nutrição de sua base para garantir a sustentabilidade comercial.
O grande diferencial estratégico para o próximo ciclo é a força do Email Marketing, que aparece com uma relevância 16 p.p. superior à média geral do mercado, reforçando que, em vendas complexas, a nutrição técnica é um pilar fundamental. Contudo, para potencializar esses resultados, o setor precisa evoluir no uso de automações inteligentes que reajam ao comportamento e interesse da base, saindo de comunicações genéricas para jornadas personalizadas.
As taxas de abertura e cliques estão alinhadas à média geral, de acordo com dados de clientes RD Station do setor industrial. No entanto, para elevar esses números, é preciso superar o uso de comunicações estáticas e investir em réguas de relacionamento baseadas na intenção do usuário.
Implementar fluxos que se adaptam às ações do Lead não apenas otimiza o esforço operacional, mas garante que a abordagem ocorra com o timing e a relevância necessários para destravar o funil de vendas.
A maior dor do setor é a urgência em automatizar tarefas e escalar a operação (19%), o que reflete a baixa adoção de um Funil de Vendas estruturado (30%) e uma utilização de CRM que ainda não atingiu a maioria das empresas.
Um dado de destaque é a força da visita presencial, que tem uma taxa de sucesso 15 p.p. superior à média geral, reforçando o caráter consultivo das negociações industriais. Para evoluir, o setor precisa equilibrar esse contato humano com a organização digital, atacando a falta de clareza sobre os motivos de perda para otimizar a conversão final.
O dado mais expressivo deste recorte é o uso do WhatsApp no dia a dia de Vendas: 86% das indústrias utilizam o canal diariamente, superando em 8 p.p. a média geral do mercado. Além disso, o setor está à frente na adoção de Chatbots (26%), sinalizando uma busca por automatizar o atendimento inicial em uma jornada que costuma ser técnica e consultiva.
No entanto, o desafio de maturidade aparece na integração: apenas 26% das empresas conectam o WhatsApp ao CRM. Sem essa ponte, informações cruciais sobre as negociações ficam dispersas em conversas individuais, impedindo que o gestor tenha uma visão clara do funil e dificultando a escala operacional que o setor tanto almeja.
A Inteligência Artificial já faz parte da realidade da Indústria (53%), embora o setor adote a tecnologia com uma cautela um pouco maior do que a média do mercado. O foco das empresas está em ganhar eficiência em tarefas que demandam volume e análise técnica, buscando otimizar o tempo das equipes.
O desafio para o próximo ciclo será expandir esse uso para além do operacional, integrando a IA estrategicamente para resolver as dores de conversão e escala que ainda travam o crescimento do segmento.
Os dados dos Panoramas 2026 da RD Station revelaram que o segmento de Indústria é um setor em estágio de estagnação, enfrentando um desafio duplo: a dificuldade em gerar a demanda planejada e uma queda progressiva na eficiência comercial.
Em 2025, o índice de insucesso no atingimento de metas de Vendas chegou a 70%, o pior resultado dos últimos três anos, enquanto a integração satisfatória entre os times de Marketing e Vendas caiu para apenas 14%. Essa desconexão é agravada pela ausência de um SLA definido em mais da metade das empresas, o que impede que o esforço de geração de leads se transforme em receita real e previsível.
O setor se destaca pelo uso intensivo de Email Marketing, com relevância 16 p.p. superior à média geral, e por uma forte atuação no WhatsApp. No entanto, a evolução sustentável depende de “arrumar a casa”: apenas 30% possuem um funil de vendas definido e o uso de CRM ainda não é maioria, evidenciando a necessidade urgente de adotar automações inteligentes e centralização de dados para escalar a operação e melhorar as taxas de conversão.