O que é Google Ads? Conheça e aprenda a criar a sua conta

Isso é o mais básico que você precisa saber sobre o Google Ads; entenda aqui o contexto e prepare-se para criar suas primeiras campanhas

Gabriela Caye
Gabriela Caye27 de outubro de 2026
Relatório de Marketing gratuito e editável: Acesse agora!

O Google Ads é a plataforma de anúncios do Google, com sua primeira versão lançada em 2000 e desde então lidera o mercado de Mídia Online. Através do Google Ads é possível criar anúncios de Pesquisa, de Display, no Youtube, no Gmail e na Play Store.


Você provavelmente já fez uma pesquisa no Google e encontrou alguns links em destaque no resultado. Assim como, você já deve ter acessado algum blog e encontrou um banner de anúncio em algum local da página. Ou, ao assistir a um vídeo no YouTube, visualizou alguns anúncios antes ou durante os vídeos.

Esses três exemplos de anúncios são distintos: um é em pesquisa, outro é em sites e outro é no YouTube. Porém, eles têm algo em comum: todos podem ser criados e gerenciados via Google Ads.

A seguir, vamos falar como funciona a plataforma, como criar uma conta e indicar alguns materiais de boas práticas para você criar anúncios que gerem resultados reais para o seu negócio. Você vai conhecer também algumas razões para investir em anúncios e alguns erros a serem evitados.

Quer saber como Google Ads está operando no cenário de 2026? Então, acesse os Panoramas RD Station, com ele você terá uma análise completa da performance do mercado com este canal.

O que é o Google Ads e como funciona?

O Google Ads é a plataforma de anúncios do Google. Por meio dela, qualquer empresa pode pagar para aparecer em destaque na internet, seja na busca do Google, no YouTube ou em sites parceiros da rede de display.

A ferramenta segue como a maior plataforma de publicidade digital do mundo, que só no terceiro trimestre de 2025, a receita de anúncios do Google somou cerca de US$ 74,2 bilhões, um crescimento de 15% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados divulgados pela Alphabet, controladora do Google.

Além disso, um grande diferencial do Google Ads é que as empresas que anunciam podem se destacar para um público super segmentado. Ou seja, não é só pagar para aparecer mais, mas investir em audiência qualificada e que tenha relação com o seu negócio.

Com base em palavras-chave, comportamento de busca e dados de audiência, os anunciantes determinam onde e para quem os anúncios serão exibidos. E essa lógica de segmentação é cada vez mais central para o mercado brasileiro. De acordo com os Panoramas RD Station 2026, a Mídia Paga já concentra 20% da importância declarada pelos times de Marketing entre os canais usados, no mesmo patamar do WhatsApp e atrás apenas das Redes Sociais (42%).

O estudo também mostra o outro lado dessa equação: o uso do SEO/Tráfego Orgânico como estratégia caiu de 55% em 2022 para 41% em 2025, o que torna as empresas brasileiras cada vez mais dependentes de canais pagos para gerar demanda.

Maas ainda fica a questão do que é possível em fazer via Google Ads? Separamos 6 modelos de campanhas:

Anúncios na rede de pesquisa

Os anúncios de pesquisa aparecem nos resultados do Google quando alguém busca por um termo relacionado ao seu negócio. É o formato mais tradicional do Google Ads, baseado em palavras-chave: você escolhe os termos que quer disputar, define o lance e o anúncio aparece acima ou entre os resultados orgânicos, com a etiqueta "Patrocinado".

google ads rd station

Funciona bem pra captar quem já está em busca ativa por solução. Uma pessoa pesquisando "CRM para empresas" já sinalizou intenção de compra, isso muda a lógica de segmentação: aqui você paga pra aparecer pra quem já quer encontrar você. 

A vantagem central é que atende diretamente a intenção, pois quem já está buscando ativamente por uma solução converte mais fácil do que quem só está navegando. Não é à toa que a Pesquisa sozinha respondeu por cerca de 76,2% de toda a receita de anúncios do Google em 2025 (US$ 224,5 bi de um total de US$ 294,7 bi), segundo o relatório anual da Alphabet.

Anúncios de Performance Max

Performance Max é a campanha automatizada que distribui um mesmo conjunto de criativos entre Pesquisa, YouTube, Gmail e Maps, otimizando sozinha pra meta de conversão definida.

A lógica muda em relação aos formatos tradicionais:

  • Você não escolhe o canal, define o objetivo e sobe os materiais
  • O algoritmo testa e redistribui verba pra onde converte mais
  • Funciona melhor com bom histórico de dados de conversão já acumulado

O ganho é automação e cobertura; o custo é controle, você perde a visibilidade de quanto cada canal individual está performando dentro da campanha.

Geração de Demanda no Google Ads

Geração de Demanda é o formato visual e nativo que roda no YouTube, Shorts, Discover, Gmail e Display, sucessor direto do antigo Discovery. Em vez de esperar alguém buscar, ele desperta interesse a partir de comportamento e sinais de intenção dentro dessas plataformas.

Alguns exemplos deste formato de campanha:

  • Vídeos verticais no YouTube Shorts
  • Carrossel de imagens no Discover, a aba de notícias e recomendações que aparece no app do Google
  • Anúncios dentro do Gmail, aparecem como se fossem um e-mail na sua caixa de entrada, mas com a etiqueta de anúncio
  • Vídeos que tocam antes ou durante outro vídeo no YouTube, os que você às vezes pode pular depois de alguns segundos

Isso importa agora porque é pra onde a Rede de Display está migrando: o próprio Google confirmou que, a partir de junho de 2026, a migração de campanhas de Display pra Geração de Demanda é voluntária, e passa a ser automática e completa até 2027. 

Anúncios de aplicativos

Formato voltado para quem tem um app, nele tem duas finalizades trazer mais gente baixar ou fazer quem já tem o app engajar no uso, rodando automaticamente em Pesquisa, Display, YouTube, Google Play e Discover a partir de um único grupo de anúncios.

Funciona de um jeito parecido com o Performance Max: em vez de criar um anúncio pronto pra cada canal, você sobe os elementos separados, textos, imagens, vídeos e o nome do app, e define a meta da campanha. As metas possíveis são:

  • Maior número de downloads do app
  • Pré-registro (captar interesse antes do app estar disponível)
  • Fazer quem já instalou voltar a usar ou completar uma ação específica

A partir disso, o algoritmo do Google testa combinações de criativo e canal automaticamente, e direciona verba pra onde a meta está performando melhor.

Anúncios de Shopping

Em poucas palavras, os anúncios de Shopping exibem o produto, imagem, preço e nome da loja direto nos resultados de busca, antes mesmo do clique. Pra quem vende produto físico, é o formato com intenção de compra mais alta do grupo, porque aparece exatamente na etapa em que a pessoa já está comparando preço.

Google Ads: como funciona

Em poucas palavras o Google Ads funciona como um leilão, em que os anunciantes dão lances em troca de cliques. Só que aqui a maior oferta nem sempre ganha. O Google cruza isso com fatores de qualidade pra decidir a posição do seu anúncio, o chamado Ad Rank. Logo, pagar mais não resolve, seu anúncio precisa ser bom.

Como o Ad Rank é composto?

De forma simples, o Ad Rank é composto por:

Índice de qualidade (IQ) X Lance (CPC máximo).

Isso quer dizer que, mesmo que os lances dos concorrentes sejam maiores do que o seu, o seu anúncio poderá se destacar caso o índice de qualidade seja superior.

Como o índice de qualidade é calculado?

O índice de qualidade é uma avaliação feita pelo Google, gerando uma nota que vai de 1 à 10. Essa nota, junto com o lance, é o que vai determinar a posição de seu anúncio para a palavra-chave e segmentação definida.

Os componentes do índice de qualidade são:

  • CTR;
  • Relevância;
  • Página de destino.

Saiba mais sobre Índice de Qualidade e desempenho de campanha.

Como criar uma conta?

Criar uma conta no Google Ads é bastante simples. Para começar, acesse: https://ads.google.com.

Clique em “Começar agora”.

Na próxima tela, digite o seu site e nome da empresa do Google que você quer vincular à conta do Ads e o seu site.

Ao clicar em “avançar” o Google dará início a uma configuração guiada, dando todos os detalhes que você precisa preencher para criar sua primeira campanha no Ads.

Nos próximos passos, você precisará preencher alguns dados e ajustar uma primeira campanha teste (caso queira) para começar a usar o Google Ads.

Os passos são:

  1. Preencher informações da sua empresa;
  2. Vincular contas, como YouTube e Perfil da Empresa no Google
  3. Criar primeira campanha;
  4. Pagamento.

Descubra como criar bons anúncios no Google Ads.  

Leia agora

Mais 6 razões para usar o Google Ads

No geral, mídias pagas estão em retração no Brasil: caiu de 72% para 56% das empresas que usam como estratégia de Marketing entre 2022 e 2025, segundo os Panoramas RD Station 2026.

Mas isso não é sinal de que Google Ads perdeu força, é sinal de que o mercado ficou mais seletivo. Quem ainda investe, investe com mais inteligência de dados por trás. E tem motivo pra continuar na lista de prioridades:

Resultados imediatos

O uso de Google Ads vem da necessidade de muitas empresas de precisarem de resultados rápidos, pois conteúdo e SEO funcionam, mas os resultados demoram mais para aparecer.

A maioria das empresas não pode esperar tanto tempo por retorno de Marketing Digital. E é aí que mora uma das razões mais óbvias pra investir em Google Ads: você configura a campanha e começa a atrair visitante qualificado quase de imediato, sem depender do tempo de maturação do orgânico.

Isso é essencial para que a empresa possa ter fôlego para fazer as atividades de blog, mídias sociais e SEO da maneira certa, sem atropelamento.

Descobrir real potencial das keywords para SEO

Uma recomendação importante que fazemos é direcionar o investimento em Google Ads para conversão - seja geração de Leads ou venda direta.

Assim, além do resultado imediato, você testa a taxa de conversão das palavras-chave relevantes pro seu negócio e descobre quais trazem mais Lead ou venda.  É comum achar que as palavras com maior volume de busca geram mais conversão, e não é bem assim. Às vezes um termo que parecia essencial pro negócio simplesmente não converte.

Com esse dado de efetividade, você escolhe com mais precisão de quais palavras-chave vale brigar em SEO, e aumenta o retorno desse trabalho também.

Otimizar Landing Pages e fluxo de conversão

Novamente, antes de investir meses para uma determinada página rankear nos primeiros resultados no Google, é possível trabalhar em paralelo para garantir que, quando ela chegar lá, a sua conversão seja a melhor possível.

Com os recursos do Google Ads, uma verba para experimentação e uma boa ferramenta para construção de Landing Pages, é muito simples criar testes A/B pra avaliar o impacto de variação em oferta, título, benefício, formato de página.

No RD Marketing, esse ciclo fecha mais rápido: lead que vem do anúncio já entra qualificado pela lista inteligente, com IA da RD identificando sinal de compra sem trabalho manual.

Não é só otimização da página que conta. Eventualmente o próprio fluxo de conversão pode ser melhorado. Por exemplo, para uma determinada palavra chave, o que funciona melhor em termos de conversão: levar o usuário para a página do produto, para uma Landing Page de um conteúdo rico ou para um bom post sobre o assunto? Só teste responde isso, e o investimento em Google Ads acelera essa experimentação.

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  • Ao preencher o formulário, concordo * em receber comunicações de acordo com meus interesses.
  • Ao informar meus dados, eu concordo com a Política de privacidade.

* Você pode alterar suas permissões de comunicação a qualquer tempo.

Estimar conversão dos termos "(not provided)"

Vale mencionar que o Google ainda esconde a palavra-chave buscada quando o usuário está logado com uma conta Google, por política de privacidade. Esse tráfego aparece agrupado como "(not provided)" nos relatórios de Analytics, sem detalhar qual termo gerou aquele acesso.

Hoje dá pra recuperar boa parte desse dado integrando o Google Search Console ao GA4: a propriedade exibe relatório de consultas de busca orgânica, com clique, impressão, CTR e posição média por termo. Mesmo assim, a granularidade de conversão por palavra-chave segue limitada no orgânico, você sabe que o termo trouxe clique, mas rastrear a conversão específica daquele termo é mais indireto.

Neste ponto, o Google Ads segue com vantagem, pois o relatório de busca paga mostra taxa de conversão por palavra-chave de forma direta, sem depender de integração extra. Pra quem precisa decidir onde investir em SEO com mais precisão.

Descobrir novas palavras chave

Toda boa campanha de Google Ads ou SEO começa com um primeiro passo comum: uma pesquisa de palavras chave. O problema é que, mesmo quando fazemos um extenso levantamento inicial, sempre há termos que acabam ficando de fora e outros novos que vão surgindo ao longo do tempo.

Para ilustrar este ponto, abaixo há o recorte de um relatório de acesso que tivemos para uma campanha própria no Google Ads. Reparem que só os termos que estão com a etiqueta "Adicionado" são os que nós já tínhamos previamente na campanha.

Geralmente tomamos conhecimento destes termos quando olhamos nos relatórios de Analytics os acessos via busca paga e orgânica. Porém, como mencionado acima pelo problema do "(not provided)", também teremos que contar cada vez mais com o Google Ads para estender essa lista de palavras chave e aumentar as oportunidades de ranking.

Trazer potenciais clientes em todos os estágios do funil de vendas

O Google Ads tem uma vantagem que poucos canais têm: o anúncio chega pra pessoa no exato momento em que ela está buscando por algo. Com isso, é possível mapear campanha e oferta pra cada estágio do funil de compra.

Veja dois exemplos de busca, em dois momentos diferentes:

  • "Software de gestão financeira": a pessoa já sabe o que quer e está perto de decidir. Por isso, a oferta certa é teste grátis ou comparativo.
  • "Dicas de gestão financeira": nesse caso, a pessoa ainda está no início da jornada e precisa de informação antes de considerar uma solução. Então, a oferta certa é conteúdo educativo.

No fim das contas, essa é a força do Google Ads que o SEO sozinho demora mais a entregar: dá pra atacar os três estágios do funil ao mesmo tempo, com campanha e página de destino desenhadas pra cada intenção de busca.

Principais erros que iniciantes cometem na plataforma

Já que estamos falando maravilhas do Google Ads, é justo trazemos alguns potenciais erros que você pode cometer ao começar. Assim, pode evitá-los e trazer resultados mais rapidamente.

Falta de planejamento e de metas definidas

Não se planejar é o erro mais comum de quem começa no Google Ads. Afinal, sem saber onde quer chegar, qualquer caminho de campanha serve, e isso custa caro. O investimento em anúncio merece o mesmo cuidado de uma compra grande, como um carro ou um imóvel: você precisa saber exatamente quanto vai gastar e por quê.

Na prática, isso significa:

  • Ter meta clara e mensurável. "Quero vender 10% a mais" não basta; é preciso analisar período, comparar com dado anterior e considerar sazonalidade.
  • Evitar subir campanha às pressas. A lógica de "lanço assim mesmo e depois arrumo" costuma gerar campanha que não converte.

Com meta e planejamento definidos antes do primeiro clique pago, a campanha ganha precisão desde o início.

Trabalhar somente com o fundo de funil

Esse erro é consequência direto do anterior, aliás, quase todos são. Sem meta clara, a tendência é pular direto pro momento da venda. Só que, em boa parte dos mercados, o cliente em potencial ainda não está pronto pra fechar negócio.

O resultado é um ciclo vicioso: a frustração por não converter leva à revisão quase diária da campanha, mudança que não seria necessária com um planejamento prévio mais estruturado.

Além disso, ir direto pro fundo de funil expõe outro problema: o site pode não estar otimizado pra venda. Nesse caso, a campanha até pode estar bem construída, mas falta o passo final, e é o mais importante.

Outros erros comuns em Google Ads

Mais alguns equívocos recorrentes na operação de Ads:

  • Focar no custo por clique, e não na experiência do usuário.
  • Pular as premissas básicas de configuração e esperar resultado (mais sobre isso no próximo tópico).
  • Ignorar as práticas recomendadas do próprio Google.
  • Não comprar o nome da própria marca em campanha institucional.
  • Apostar só no Ads, sem diversificar canal.
  • Não mensurar resultado além do clique.
  • Tratar clique em botão de formulário como meta final, em vez de olhar pra conversão real.
  • Usar ferramenta de lance automático (Smart Bidding) sem ter dado histórico suficiente pra ela aprender.

Premissas básicas de Google Ads

Observar a Jornada de Compra

Uma boa estratégia de Google Ads é como reeducação alimentar, pois ambas removem vícios e atuam em várias frentes simultaneamente. Até 80% do sucesso do resultado está na estruturação da conta. Ela deve seguir o modelo da Jornada de Compra para a criação de campanhas específicas. Assim é possível separar momentos que geram custos e intenções diferentes.

Divida em três etapas, guiando o interesse e conduzindo o comprador:

  1. Consciência: aqui o consumidor está pesquisando sobre um problema, portanto o ideal é criar campanhas com palavras mais genéricas;
  2. Consideração: como nesse momento as pesquisas buscam marcas que possam resolver o problema, deve-se investir em palavras ligadas à sua marca;
  3. Decisão: em busca de modelos específicos, o consumidor agora quer conhecer modelos, pedindo então campanhas com palavras muito específicas ligadas ao produto.

Fazer anúncios direcionados

Elabore campanhas para temas pequenos e específicos, dividindo as compras de palavras. É importante, aliás, colocar a palavra principal entre duas e três vezes no anúncio, para ganhos na taxa de cliques e no índice de qualidade da conta.

Com essa divisão, fica mais fácil corrigir pequenos erros sem atrapalhar o todo. Se há um investimento muito grande em poucas campanhas, perde-se muito tempo em modificações. O tempo é melhor aproveitado quando utilizado no planejamento.

Não vale a pena poupar esforço na hora de planejar e depois ter que gastar energia (e dinheiro) reparando problemas.

Outras premissas de rede de pesquisa

Confira outras premissas de rede de pesquisa com o uso do Google Ads:

  • Usar todos os recursos de configurações;
  • Não usar pesquisa com exibição em display;
  • Evitar segmentar em vários idiomas, pois é desperdício de dinheiro;
  • Não usar CPC otimizado sem ter dados suficientes;
  • Pelo menos dois anúncios por grupo, para fazer comparações;
  • Usar todo o espaço do anúncio;
  • Usar várias correspondências de palavras;
  • Não ter palavra duplicada;
  • Definir as palavras negativas, aquelas que não disparam seus anúncios;
  • Extensões: começar já com sitelink, frase de destaque e snippet estruturado.

Otimizações para anúncios

Veja algumas otimizações muito simples de anúncios:

Segmentação geográfica

Quando é preciso segmentar os anúncios para mais de uma região devido a um determinado contexto. No segmento imobiliário, por exemplo, alguns locais usam a palavra “dormitório”, enquanto outros usam “quarto”.

Faixa horária e dia da semana

Parece básico, mas muita gente ignora essas facilidades. Alguns produtos vendem mais no fim de semana, outros após o horário comercial. Vale a pena estudar o seu mercado e até mesmo a sua marca para fazer essa otimização.

Orçamento compartilhado

Divida do orçamento entre grupos pequenos de campanhas que têm a mesma demanda, comportamento e performance. Se isso não for feito, a campanha maior e com termos mais genéricos acaba usando todo o dinheiro.

Adição e negativação de palavras

Relatórios gerados pelo sistema do Google Ads dão oportunidades de ouro. Eles indicam, por exemplo, quais são as buscas feitos por usuários que mais geraram cliques. A partir daí, pode-se escolher novas palavras-chave para adicionar à campanha e, também, outras que não estão rendendo e devem ser eliminadas.

Outras otimizações

Veja outras otimizações possíveis:

  • Variação do índice de qualidade;
  • Análise por parceiros de pesquisa;
  • Analisar por dispositivos;
  • Análise dos concorrentes.

Google Ads e o RD Marketing

Rodar uma campanha no Google Ads resolve só metade do problema. A outra metade acontece depois do clique: pra onde vai esse lead, quem qualifica ele e se aquele investimento realmente virou venda.

É nessa parte que o RD Marketing entra. Com a ferramenta você pode:

  • Enviar público direto pro Google Ads a partir da sua base, pra montar campanha de remarketing ou lookalike sem exportar planilha na mão
  • Qualificar automaticamente o lead que chega pelo anúncio, com lista inteligente baseada em IA
  • Acompanhar o retorno de cada canal num dashboard único, cruzando investimento em mídia paga com Lead gerado, oportunidade e venda fechada

Ou seja, mídia paga ganha uma camada de inteligência, sem dinheiro gasto no escuro. Já com ela, cada real investido em Google Ads vira dado real pra decidir o próximo passo da campanha.

Dúvidas Frequentes:

O que é Google Ads?

O Google Ads é a plataforma de anúncios do Google. Os links que aparecem em destaque nos resultados de pesquisa do Google, banners, anúncios nas páginas de site e até mesmo os anúncios que aparecem antes e durante os vídeos do YouTube são feitos através do Google Ads.

Quais são os principais tipos de anúncios do Google Ads?

Os principais são: anúncios na rede de pesquisa, anúncios na rede de display, anúncios no YouTube e anúncios de aplicativos.

Como o Google Ads funciona?

O Google Ads funciona como um leilão, onde os anunciantes oferecem dinheiro em troca de cliques. Mas nem sempre quem faz o maior lance é o que vence. Isso acontece pois o Google analisa fatores de qualidade e o Ad Rank. Por isso, para seu anúncio aparecer é preciso que ele seja realmente bom.

Por que usar Google Ads?

O Google Ads é capaz de gerar resultados imediatos para seu negócio. Além disso, ele pode ajudar a descobrir novas palavras-chave para SEO, e trazer potenciais clientes em todos os estágios do funil de vendas.

Gabriela Caye

Gabriela Caye

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