Low Code e No Code: você conhece essas tendências de programação?

Low Code e No Code são modelos de plataformas que otimizam a execução de projetos, ditando o futuro da criação de apps, softwares e sites

Duda
Duda17 de janeiro de 2022
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Com todo o avanço no mercado de tecnologia nos últimos anos, empresas e prestadores de serviços passaram a focar seus esforços em aumentar a demanda sem comprometer a qualidade do serviço realizado, ou seja, em ganhar escala. As áreas de desenvolvimento de sites, sistemas ou aplicativos requerem hoje agilidade e ferramentas inovadoras que aceleram o processo de produção dos projetos. 

Diante dessa necessidade, surgem as plataformas denominadas No Code e Low Code para maximizar a produtividade da equipe dispensando um conhecimento avançado de programação, reduzindo assim a carga de trabalho que recai sobre o time de desenvolvedores. 

Com isso, é possível que os times se dediquem a outros pontos mais estratégicos, finalizando o projeto em menos tempo e com menor volume de retrabalho. Se ainda não sabe como funcionam as plataformas No Code e Low Code, este artigo vai apresentar os conceitos e suas vantagens para os profissionais da web. 

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Low Code x No Code: conceitos, diferenças e comparações

Low e No code são termos que definem formas mais práticas de desenvolver sistemas, aplicativos e sites, sem demandar tanto tempo e energia do desenvolvedor para construir os projetos. Ambas as modalidades têm crescido exponencialmente, por agregarem mais valor aos produtos entregues.

Low Code

Criada para agilizar o trabalho nos projetos, o Low Code é caracterizado por plataformas de desenvolvimento que possuem interfaces gráficas. Assim, é possível que o desenvolvedor possa construir seu projeto com pouco desenvolvimento de código. 

Além disso, ele também possibilita que desenvolvedores com menos conhecimento na área possam enveredar na construção de um projeto e entregar com qualidade e soluções inteligentes para seus clientes. Isso tudo sem ter domínio completo de programação nem criar as estruturas para codificar um sistema ou um software. 

Isso porque aqui, o profissional não se ocupa tanto com programações e codificações do zero, posto que alguns elementos já estarão disponíveis na plataforma para customização e uso.

Benefícios

  • Flexibilidade: as soluções semi prontas do Low Code são passíveis de customização, o que significa que é possível criar projetos exclusivos para os diversos clientes que a empresa possuir, com diferentes níveis de personalização.
  • Economia de tempo: com boa parte dos itens já codificados, a equipe de desenvolvimento leva menos tempo para construir e entregar o projeto, com menor possibilidade de testar e corrigir erros.
  • Agilidade nos processos: por consequência, os processos de desenvolvimento se tornam mais rápidos, o que possibilita que a empresa possa pegar mais projetos, aumentando sua carteira de clientes.

No Code

Já a plataforma do tipo No Code, como o nome sugere, dispensa qualquer conhecimento de programação, oferecendo ao profissional modelos prontos e codificados para serem trabalhados nos projetos. 

Nesse modelo, o desenvolvedor por mais que domine a codificação não precisa necessariamente programar, realizar teste e corrigir possíveis erros. Isso garante muita praticidade e celeridade no desenvolvimento e torna qualquer um apto a realizar tal atividade.

Além disso, o No Code também garante a personalização sem nenhuma dificuldade. Ambas são formas de construir projetos, do mais simples ao mais complexo, que podem demandar um tempo maior se fossem programadas do zero, contribuindo tanto para captação como fidelização dos clientes enquanto gera maior escalabilidade aos negócios.

Benefícios

  • Aumento de produtividade: com o No Code, o desenvolvedor é melhor aproveitado nos projetos e consegue entregar as soluções dentro do tempo estimado. Além disso, ele pode se dedicar ao desenvolvimento de necessidades específicas de cada cliente e propor melhorias que a plataforma pode não suprir.
  • Redução de custos: com uma plataforma dessa natureza, não há necessidade de ter uma grande equipe de desenvolvedores ou de TI, e a redução de equipe ajuda na redução de custos. Além disso, não haverá necessidade de usar distintos programas e plataformas para criar os aplicativos e sistemas.
  • Flexibilidade: da mesma forma que o Low Code, o No Code também trabalha com modelos customizáveis, o que significa que o desenvolvedor pode tanto usar o modelo do jeito que é proposto ou pode fazer algumas mudanças de acordo com a necessidade do cliente.

Impactos das plataformas em times de desenvolvimento

Por mais que as ferramentas Low Code e No Code reduzam a necessidade de desenvolver projetos com programação completamente criada, o profissional de desenvolvimento ainda será peça chave nesse processo. Ele poderá atuar dentro da plataforma, customizando ou criando do zero aplicações mais complexas e específicas que a plataforma não oferece. 

Além disso, as ferramentas trazem uma mudança de posicionamento dos desenvolvedores na empresa. Eles deixam a função meramente operacional de projetar aplicações e widgets simples, para pensar e desenvolver soluções mais criativas e inovadoras para cada cliente.

Como resultado, os desenvolvedores ganham mais credibilidade e expertise no campo de atuação. Assim, a empresa ganha vantagem competitiva por entregar bons projetos em curto tempo. Por fim, o cliente também se beneficia por receber um projeto arrojado e desenvolvido para atender suas necessidades.

Portanto, é preciso entender que tais plataformas não representam o fim dos programadores e desenvolvedores. Pelo contrário, elas dão novo sentido a esses profissionais e os colocam em posições ainda mais estratégicas dentro da empresa. 

Ressaltamos, ainda, que plataformas No Code e Low code podem ser usadas pelo programador especializado, como pelo programador autodidata, sem muita experiência, e ainda por alguém que tenha pouco conhecimento de programação, possibilitando, portanto, que mais pessoas possam atuar na área. 

No entanto, o programador especializado será sempre requisitado quando se tratar de projetos mais robustos.

>> Leia mais: Como a programação pode ajudar nos resultados de Marketing Digital?

Como definir processos de desenvolvimento?

Em um processo tradicional de desenvolvimento de sistema, site ou software, geralmente o gestor conhece os requisitos, objetivos e expectativas do cliente sobre o produto. A partir disso, é realizado o planejamento do produto com definição da arquitetura, linguagens front e back end, dentre outros elementos.

Em seguida, temos o exaustivo trabalho de construção do código, às vezes manual, com muitos testes de estabilidade e de compatibilidades com os requerimentos, de funcionamento dos plugins, widgets, etc. 

Todo esse processo demanda tempo e torna-se oneroso em algumas situações a depender da complexidade técnica  do projeto. Pode requerer aquisição de mais ferramentas para desenvolvimento e até mesmo mão de obra extra.

Em uma plataforma Low Code e/ou No Code, parte desse processo é eliminado. Ao definir requisitos e objetivos do software, a equipe poderá passar para a construção sem escrever o código do zero, podendo tanto usar um modelo pronto ou customizar, levando bem menos tempo para finalizar o projeto, de forma segura e até com mais qualidade, uma vez que a testagem final de todo o produto para entregar ao cliente pode ser feita com mais atenção e de forma integrada.

Nessa perspectiva, é possível ainda colocar para equipe atribuições mais complexas sobre o projeto. Assim, em vez de desenvolver um produto sem muitos atrativos em função de custo e tempo, a empresa pode entregar um produto de alta qualidade e com elementos inovadores.

Ao gestor caberá reorientar os colaboradores sobre suas atribuições no processo de construção do produto a fim de otimizar e aproveitar melhor as competências de habilidades de cada um deles, em prol de um resultado benéfico para todos.

low code no code

Como escolher uma plataforma Low Code e No Code?

 A partir do que foi visto, é necessário elencar as necessidades e objetivos da empresa e da equipe para alinhá-los com as demandas do cliente. Dessa forma, é possível escolher a plataforma que mais se adeque a esta realidade.

Existem muitas ferramentas Low Code e No Code no mercado, muitas fornecendo ambas as possibilidades, mas é preciso atentar-se às funcionalidades que elas apresentam. Algumas podem ser bem limitadas no quesito de aplicações e templates, e, dependendo do volume de demandas sobre a equipe de desenvolvimento, não ajudar tanto. 

Da mesma forma, plugins e widgets que requerem atualizações constantes podem onerar o serviço para o cliente e não promover uma experiência de uso satisfatória.

Se sua agência necessita de uma ferramenta que otimize o trabalho da equipe para atender mais clientes sem necessitar contratar mais profissionais, cabe contar com uma plataforma como a Duda. Ela garante essa agilidade que o time precisa para entregar mais projetos no mesmo tempo, mantendo a qualidade.

Da mesma forma, se a equipe precisa de mais tempo para se dedicar a soluções mais complexas e desafiadoras, opte por uma ferramenta que o deixe mais livre e que possa dividir suas tarefas mais simples com desenvolvedores menos experientes - ou outras pessoas da equipe que poderão contribuir com o projeto sem precisar programar do zero.

Em linhas gerais, é importante avaliar a necessidade da empresa e os atributos, bem como o custo-benefício que as plataformas disponíveis oferecem. Hoje em dia para desenvolvimento de sites e aplicativos, por exemplo, é importante considerar ainda plataformas que  garantam: responsividade, customização, otimização SEO e um servidor de boa qualidade.

Low Code e No Code são o futuro

Vimos neste artigo que Low Code e No Code são modelos de plataformas que otimizam a execução de projetos de qualquer porte, sendo recomendado tanto para trabalhos em equipes como para desenvolvedores freela. Elas são tendência de mercado e estão ditando o futuro da criação de apps, softwares e sites.

Dos muitos benefícios que tais plataformas oferecem, sem dúvida, destacam-se a flexibilidade no trabalho, autonomia para desenvolvedores com pouco conhecimento ou que trabalham individualmente e agilidade para empresas que atendam mais de um cliente por vez.

Além disso, tais plataformas também ressignificam o papel do profissional, dando a ele um papel mais analítico e especializado dentro do desenvolvimento, ocupando-se de criar soluções mais inovadoras e criativas e que correspondam à demanda do cliente, enquanto a plataforma disponibiliza as aplicações e widgets mais usuais e simples, que mesmo fáceis requerem tempo para programar do zero.

Assim, compreendemos que plataformas Low Code e No code são uma demanda da própria transformação digital em curso, que também incide sobre desenvolvedores. Isso porque a urgência do mercado por produtos cada vez mais customizados, experiência positivas e jornada de consumo satisfatórias coloca também desenvolvedores na busca por soluções que acompanhem a mudança de perfil de seus clientes e do próprio mercado onde atuam.

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