Agentes de IA: o que são, como funcionam e quando usar na empresa

Agentes de IA conseguem automatizar diversas tarefas da equipe e elevar o nível da sua produtividade e eficiência. Confira quando usar

Mariana Scherma
Mariana Scherma20 de outubro de 2026
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Sabe aquela tarefa que seu time repete toda semana e que você já pensou em delegar à Inteligência Artificial? Nesse caso, os agentes de IA são uma ótima solução para apoiar a rotina da empresa.

E essa possibilidade chega em um cenário em que a tecnologia já faz parte do trabalho. Os Panoramas RD Station 2026 mostram que 59% dos respondentes usavam IA no dia a dia de Marketing e Vendas em 2025. Agora, quem já usa essas ferramentas pode se perguntar como delegar tarefas que exigem contexto e acompanhamento.

É aí que os agentes despertam interesse — e algumas dúvidas. Afinal, o que a gente pode deixar sob responsabilidade deles e quando precisa se envolver? A resposta depende do trabalho que será feito e dos limites estabelecidos pela empresa. Entender como os agentes funcionam ajuda a reconhecer onde podem ser úteis para o seu time e escolher um primeiro uso com segurança.

Neste artigo, você entende isso em detalhes, e também conhece mais sobre o Criador de Agentes de IA da RD Station. Vamos?

📚 Saiba mais sobre IA: Leia o resumo comentado dos Panoramas RD Station.

Tem até checklist para estratégia de IA

O que são agentes de IA?

Agentes de IA são sistemas que recebem um objetivo e usam dados e ferramentas para realizar tarefas com algum grau de autonomia. Como essa autonomia depende das permissões e dos limites definidos na configuração, eles podem consultar informações e executar ações autorizadas, com ou sem supervisão humana, conforme a finalidade e o contexto de uso.

Para entender como os agentes de IA funcionam, imagine que você queira acompanhar uma campanha sem reunir todos os números manualmente a cada análise. Nesse caso, um agente com acesso aos dados necessários vai comparar o desempenho com a meta e sinalizar pontos que merecem atenção. A ideia é automatizar esse trabalho, e receber a análise pronta.

Se houver muitos cliques e poucas conversões, por exemplo, o agente pode sugerir uma revisão da Landing Page. Essa recomendação, porém, precisa considerar o objetivo da campanha e os dados disponíveis. Já a decisão de alterar a página ou redistribuir o orçamento fica com a pessoa responsável, conforme os limites definidos.

O alcance desse trabalho depende também das ferramentas conectadas. Por isso, enquanto um agente pode apenas apresentar a análise, outro pode registrar uma tarefa para o time, desde que tenha integração e permissão. Ter capacidade de agir não significa ter autorização para fazer qualquer mudança.

Como essas possibilidades variam, o nome da ferramenta, sozinho, não explica tudo. Um chatbot pode incorporar um agente, assim como uma automação pode combinar regras fixas com IA. Para entender o papel de cada solução, portanto, observe o que ela consegue fazer e quanto depende da sua participação.

Como os agentes de IA funcionam?

Os agentes de IA partem de um objetivo, consultam o contexto disponível, ou seja, os dados de negócio à disposição, e usam ferramentas para cumprir as etapas necessárias. Durante esse processo, seguem instruções e permissões que delimitam sua atuação. Conforme os resultados encontrados, podem ajustar os próximos passos ou solicitar a participação de uma pessoa.

Para acompanhar esse fluxo, imagine um agente configurado para ajudar vendedores a identificar negociações que precisam de atenção. Antes de sinalizar uma oportunidade, ele precisa entender o que procurar e quais informações pode consultar.

Objetivos e instruções orientam a atuação

Pedir ao agente que “ajude a vender mais” deixa muitas possibilidades em aberto. Já orientar que identifique negociações sem retorno há determinado período estabelece uma tarefa que o time consegue acompanhar e avaliar.

A partir desse objetivo, as instruções detalham como o trabalho deve acontecer. No nosso exemplo, o agente precisa saber qual período considerar e como tratar oportunidades que já têm uma reunião agendada. Afinal, nem toda negociação sem mensagem recente está esquecida.

Também é necessário definir o que caracteriza uma entrega adequada. Se a tarefa é alertar o vendedor, o resultado esperado pode ser uma relação de oportunidades com os motivos de cada sinalização.

Assim, as instruções funcionam como um acordo sobre o comportamento esperado do agente. Quanto mais claras forem, mais fácil será testar se ele está cumprindo a tarefa proposta.

Dados e contexto ajudam a interpretar a tarefa

Com o objetivo definido, o agente precisa consultar informações que permitam entender cada situação. Para acompanhar uma negociação, por exemplo, a data do último contato pode ser insuficiente: o histórico talvez mostre que o cliente pediu uma retomada no mês seguinte.

Por isso, o contexto pode reunir registros do CRM e interações anteriores, além de orientações da empresa. Já em uma tarefa de Atendimento, a base de conhecimento ajuda a encontrar respostas compatíveis com o produto e suas condições de uso.

A qualidade desse contexto influencia o resultado do trabalho. Se uma conversa recente não foi registrada, o agente pode sinalizar como parada uma negociação que está avançando.

Quando faltar uma informação necessária, portanto, o comportamento esperado deve estar previsto nas instruções: pedir esclarecimento ou encaminhar a análise para alguém do time.

Ferramentas e integrações permitem executar ações

Depois de interpretar a situação, o agente precisa ter os recursos adequados para cumprir a tarefa. É nesse ponto que as integrações permitem consultar ou atualizar informações em outros sistemas, conforme as permissões concedidas.

Pense na diferença entre responder a uma pergunta sobre a negociação e recomendar que o vendedor retome o contato. A recomendação orienta uma decisão humana. Já criar uma tarefa no CRM é uma ação executada no sistema, que exige acesso e autorização específicos.

Essa distinção ajuda a avaliar o que esperar de cada configuração. Um agente que prepara uma sugestão de email, por exemplo, não necessariamente tem permissão para enviá-lo.

Segundo os Panoramas RD Station 2026, só 10% dos times de Vendas dizem usar CRM inteligente. O dado mostra espaço para ampliar o uso desses recursos, embora não meça especificamente a adoção de agentes.

Usos de IA em Marketing e Vendas, segundo Panoramas RD Station

Limites e supervisão definem a autonomia

Com objetivo, contexto e ferramentas disponíveis, ainda falta estabelecer até onde o agente consegue seguir por conta própria. No exemplo das negociações, você pode autorizar a consulta ao histórico e a criação de alertas, mas exigir aprovação antes de qualquer mensagem ao cliente.

Essa configuração deve acompanhar o impacto de cada ação. Afinal, registrar uma tarefa interna tem consequências diferentes de oferecer um desconto ou assumir um compromisso comercial.

Também é essencial prever quando o agente deve interromper o trabalho. Se encontrar informações conflitantes ou receber um pedido fora do escopo, ele precisa encaminhar a situação para uma pessoa, levando o contexto disponível.

Dessa forma, a supervisão faz parte do funcionamento do agente desde o início. O time define as permissões, acompanha os resultados e ajusta as instruções quando identifica falhas ou mudanças na operação.

Pensando em um acompanhamento ou follow-up de vendas, o agente de IA consegue ver propostas paradas ou vencidas, entender o que foi combinado com o contato, criar a tarefa no CRM e gerar uma tarefa ao vendedor responsável, como no infográfico abaixo:

Como a IA apoia o follow-up

Qual é a diferença entre agente de IA, assistente, chatbot e automação?

Agentes de IA, assistentes, chatbots e automações têm diferenças de finalidade, interação e capacidade de agir, mas essas categorias se sobrepõem. Para compará-los, observe quanto dependem de comandos humanos, como escolhem os próximos passos e quais ações podem executar dentro das permissões concedidas.

É comum encontrar esses nomes em ferramentas com recursos parecidos. Por isso, antes de escolher uma solução, procure entender como ela participa do trabalho:

SoluçãoFinalidade e interaçãoCapacidade de ação
Agente de IARecebe um objetivo e usa o contexto para definir os próximos passos da tarefa.Pode executar ações com ferramentas conectadas, dentro de limites e aprovações estabelecidas.
Assistente de IAApoia a pessoa durante uma atividade, com pedidos e trocas de mensagens.Pode produzir análises e recomendações ou executar ações autorizadas, inclusive incorporando recursos de agentes.
ChatbotOferece uma interface de conversa para responder dúvidas ou conduzir solicitações.Pode seguir um roteiro, usar IA e acionar sistemas integrados, conforme sua configuração.
AutomaçãoExecuta um fluxo a partir de um evento, uma condição ou um agendamento.Pode seguir regras predefinidas ou incluir IA e agentes em etapas que exigem interpretação.

Então, pense em um cliente que peça a segunda via de um documento pelo chat. O chatbot é a interface da conversa. Por trás dela, um agente pode interpretar a solicitação e consultar um sistema autorizado, enquanto uma automação conduz o envio conforme as regras da empresa.

Portanto, uma mesma solução pode reunir essas possibilidades. O que importa na escolha é entender se ela atende à tarefa desejada e oferece o controle necessário para sua operação.

Quais são os tipos de agentes de IA?

Os tipos de agentes de IA podem ser diferenciados pelo alcance da tarefa e pela maneira como definem suas ações. Para entender essas diferenças sem entrar em classificações técnicas, podemos observar dois aspectos: como o trabalho é dividido e como cada agente escolhe o próximo passo.

Quanto à organização do trabalho, podemos considerar desde um agente dedicado a uma tarefa até sistemas que combinam vários agentes:

  • Agente de tarefa única: concentra sua atuação em um objetivo específico, como analisar os dados de uma campanha e preparar recomendações para a pessoa responsável.
  • Sistema multiagente: reúne agentes com funções diferentes que colaboram em um processo, como quando um analisa resultados e outro usa essa análise para sugerir ajustes.

Já quando olhamos para a maneira de atuar, podemos distinguir:

  • Agente reativo: responde à situação encontrada com base nas informações disponíveis naquele momento, como ao identificar uma solicitação e encaminhá-la conforme critérios definidos.
  • Agente com planejamento: organiza etapas para alcançar um objetivo e pode revisar o caminho conforme os resultados, respeitando as permissões estabelecidas.

Essas classificações também podem se combinar. Um agente dedicado a uma única tarefa, por exemplo, pode precisar de planejamento para concluí-la. Da mesma forma, um sistema multiagente pode reunir agentes que atuam de maneiras diferentes.

Por isso, a escolha depende do trabalho que você quer delegar. Se a necessidade é bem delimitada, um único agente pode ser suficiente. Já a colaboração entre agentes exige atenção à troca de informações e à responsabilidade de cada um, para que uma falha não se espalhe pelo processo.

Exemplos de agentes de IA em Marketing, Vendas e Atendimento

Quando o trabalho se acumula, as tarefas repetitivas costumam ser as primeiras candidatas à automação. Nos Panoramas RD Station 2026, 59% dos respondentes à pergunta sobre benefícios apontam maior produtividade ou redução de tarefas repetidas como vantagem da IA.

Para entender onde os agentes podem ajudar, vamos acompanhar situações de cada área. Os exemplos dependem dos dados disponíveis e das integrações de cada solução, sempre com limites definidos pela empresa.

Marketing: analisar campanhas e apoiar decisões

Sua campanha gera Leads a um custo baixo, mas poucos avançam para uma conversa comercial. Antes de aumentar o investimento, você precisa entender o que está acontecendo entre a conversão e a abordagem de Vendas.

Nesse cenário, um agente pode ajudar a relacionar o desempenho da campanha com a qualidade dos contatos recebidos. Para tanto, precisa acessar dados de investimento e conversão, além dos critérios de qualificação e dos registros de avanço no funil.

Com esse contexto, ele pode sinalizar que determinada campanha atrai muitos contatos fora do perfil desejado. A partir daí, sugere uma revisão da segmentação e apresenta os dados que sustentam a recomendação. A decisão de redistribuir o orçamento, porém, continua com a pessoa responsável.

Por isso, ao desenvolver uma estratégia de Marketing inteligente, procure definir quais decisões precisam de apoio. Assim, a análise do agente tem uma finalidade clara e pode ser avaliada pelo time.

No RD Station Marketing, já temos agentes prontos que podem fazer uma análise de campanhas. Na dúvida de como estão as conversões em LPs, resultados de fluxos e emails? O agente de IA analisa os dados e manda resultados e insights para seu email. Esse é um modelo de agente já pronto, mas existem outros, fora a possibilidade de criar agentes específicos sem saber código ou chamar o TI.

No gif, você vê o exemplo de agente de performance de campanhas:

Criador de agente de performance de campanhas

Vendas: qualificar Leads e acompanhar oportunidades

Quando vários Leads chegam ao mesmo tempo, descobrir quem precisa de atenção primeiro tende a consumir uma parte importante do dia. Enquanto o vendedor consulta históricos, uma pessoa interessada talvez continue esperando pelo retorno.

Um agente de IA pode apoiar essa organização coletando informações sobre a necessidade do contato e comparando as respostas com os critérios definidos pela empresa. Para funcionar bem, precisa conhecer o perfil de cliente desejado e ter acesso aos dados comerciais autorizados.

Se houver integração com o CRM, ele pode registrar as informações coletadas e sinalizar prioridades para o vendedor. Durante o acompanhamento, também pode identificar oportunidades que merecem revisão, como uma proposta cujo prazo de retorno combinado já terminou.

O cuidado está em apresentar o motivo da sinalização e preservar a avaliação do vendedor. Uma informação ausente, por exemplo, deve gerar uma solicitação de esclarecimento, sem ser tratada automaticamente como falta de interesse.

Segundo os Panoramas RD Station, 53% dos times de Vendas usam IA no dia a dia, enquanto 10% dizem utilizar CRM inteligente. Há, portanto, espaço para amadurecer o uso da tecnologia no acompanhamento comercial.

O RD Station CRM já tem esse agente pronto, sabia? É o agente de priorização de leads que você pode colocar pra rodar em seu CRM:

Gif do Agente de IA para priorização de leads

Atendimento: responder dúvidas e encaminhar solicitações

Se sua equipe responde às mesmas dúvidas todos os dias, um agente consegue atender essas solicitações. Ainda assim, uma pergunta aparentemente simples pode exigir cuidado: as condições de um serviço, por exemplo, podem variar conforme o plano contratado.

Por esse motivo, o agente precisa consultar uma base de conhecimento atualizada. Quando a resposta depender da situação de um cliente, também será necessário acesso autorizado às informações correspondentes.

Imagine uma pessoa com dificuldade para usar um recurso. O agente consulta as orientações de suporte e explica o procedimento adequado. Se a tentativa não resolver, ele pode coletar detalhes do problema e encaminhar a solicitação à equipe responsável, conforme o fluxo configurado.

O RD Station Conversas já tem um agente que sana essa dor: o agente SDR Digital tira dúvidas usando a base de conhecimento e  ainda qualifica o lead com as perguntas configuradas. Esse é um modelo pronto, simples de usar, mas você pode criar outros modelos que atendam a suas necessidades, sem precisar conhecer sobre códigos.

A dica aqui é a seguinte, ao combinar chatbots e Inteligência Artificial no atendimento, planeje também a continuidade da conversa. O trabalho do agente precisa se conectar ao da equipe que dará sequência à solicitação.

Quando vale a pena usar um agente de IA?

Um agente de IA faz sentido quando a tarefa é recorrente, exige interpretação de contexto e conta com dados confiáveis e acessíveis. Antes de adotá-lo, porém, é preciso avaliar o impacto de um erro e definir se a equipe consegue supervisionar o trabalho sem comprometer o ganho esperado.

Para avaliar uma tarefa da sua operação, comece por estas perguntas:

  • Com que frequência ela acontece? Se o time dedica horas toda semana ao mesmo trabalho, há uma oportunidade de testar esse apoio. Já uma atividade pontual pode não justificar o esforço de configuração e acompanhamento.
  • É preciso interpretar cada situação? Quando o próximo passo depende do histórico ou do conteúdo de uma solicitação, um agente pode ajudar. Porém, se basta seguir uma regra fixa, uma automação convencional pode resolver.
  • As informações necessárias estão disponíveis? O agente precisa acessar dados atualizados e adequados à tarefa. Se o time ainda depende de registros incompletos, convém organizar essa base antes de delegar o trabalho.
  • O que acontece se ele errar? Uma classificação interna incorreta pode ser revisada antes de afetar o cliente. Já uma mensagem com condições comerciais erradas pode gerar um compromisso indevido e exige aprovação prévia.

Considere, por exemplo, a triagem de solicitações recebidas diariamente. Se as mensagens variam, mas existem critérios claros de encaminhamento, um agente pode sugerir a classificação para validação da equipe.

Durante o teste, compare o tempo economizado com o esforço de revisão. O benefício precisa aparecer no resultado do processo, pois uma tarefa executada rapidamente ainda pode gerar retrabalho. Se as correções consumirem o tempo que seria poupado, será necessário rever o escopo ou a configuração antes de ampliar o uso.

checklist para uso de agente de IA

Quais cuidados tomar antes de adotar agentes de IA?

Antes de adotar agentes de IA, confira a qualidade dos dados e defina quais informações e ações estarão ao alcance deles. Também estabeleça como tratar erros, quando solicitar aprovação humana e quem acompanhará os resultados. Esses cuidados precisam continuar depois da configuração, conforme a operação muda.

Ter IA disponível em uma ferramenta, por si só, não resolve essa preparação. Nos Panoramas RD Station 2026, 33% dos respondentes à pergunta sobre contratação consideram a IA essencial e afirmam contratar apenas ferramentas com esse recurso. O percentual mostra que essa exigência ainda não é consenso; para sua empresa, a escolha precisa estar ligada a uma necessidade concreta.

Antes de colocar o agente em operação, confira estes pontos:

  • Revise as fontes de informação. Se a base contém orientações antigas ou contraditórias, o agente pode responder com uma condição que já mudou. Por isso, defina quem atualizará os conteúdos.
  • Restrinja os acessos à tarefa. Um agente que consulta negociações não precisa, necessariamente, de permissão para excluí-las. Separe também as ações liberadas daquelas que exigem aprovação.
  • Prepare o tratamento de falhas. Quando uma integração estiver indisponível, o agente deve sinalizar o problema. Se houver dúvida sobre uma ação já executada, confira o registro antes de repeti-la.
  • Defina responsáveis e acompanhe resultados. Alguém precisa revisar as entregas e atender aos pedidos de intervenção. Observe também se o tempo poupado compensa as correções necessárias.

Mesmo depois de um bom teste, mudanças no produto ou no processo podem exigir ajustes. Portanto, inclua a revisão do agente na rotina da equipe, especialmente quando houver novas instruções ou permissões. Assim, você consegue identificar desvios antes que se repitam em outras tarefas.

Como começar a usar agentes de IA na empresa?

Comece por uma tarefa bem delimitada, recorrente e de baixo risco, com dados disponíveis e uma pessoa responsável pelo acompanhamento. Depois, teste o agente com situações reais e compare suas entregas com o processo atual. Amplie o escopo somente quando os resultados justificarem essa decisão.

Você pode escolher, por exemplo, a preparação de um resumo das negociações que precisam de atenção. Como o vendedor revisará a entrega antes de agir, será possível avaliar a utilidade das sinalizações sem autorizar contatos automáticos com clientes.

Para organizar esse primeiro uso, siga uma sequência simples:

  1. Registre como o trabalho acontece hoje. Anote quanto tempo a tarefa consome e quais dificuldades aparecem. Assim, você terá uma referência para avaliar o teste.
  2. Configure uma entrega específica. Defina o que o agente deve apresentar e quais informações poderá consultar, incluindo as situações em que deve pedir ajuda.
  3. Teste com casos variados. Inclua registros incompletos e situações fora do padrão, pois o agente também precisa reconhecer quando faltam condições para concluir a tarefa.
  4. Compare os resultados antes de expandir. Considere o tempo de revisão e a qualidade das entregas. Se houver falhas recorrentes, ajuste a configuração e repita o teste.

O Criador de Agentes RD Station é um ponto de partida para quem busca uma criação guiada, sem precisar escrever código. A proposta apresentada pela RD combina modelos prontos e um copiloto que conduz a configuração por conversa, facilitando os primeiros passos.

Com esse apoio, você pode começar pelo processo que conhece bem e ampliar o uso conforme os testes trouxerem confiança. Para acompanhar a configuração passo a passo, consulte o guia de criação de agentes de IA

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Conheça os recursos de IA do RD Station Marketing e descubra como eles podem apoiar sua equipe nas campanhas. Assim, você identifica quais possibilidades fazem sentido para sua operação e por onde começar.

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Perguntas frequentes sobre agentes de IA

Uma empresa pequena pode usar agentes de IA?

Sim. Uma empresa pequena pode usar agentes de IA quando tem uma tarefa adequada e alguém responsável por acompanhar as entregas. O tamanho da equipe, sozinho, não determina a viabilidade. Também entram nessa avaliação o custo da ferramenta e o tempo necessário para revisão. Por isso, começar com uma aplicação restrita ajuda a descobrir se o ganho compensa o esforço de manter o agente funcionando.

Um agente de IA aprende sozinho com cada interação?

Não se deve presumir que um agente de IA melhore automaticamente a cada conversa. Seu funcionamento depende dos recursos e da configuração da ferramenta. No atendimento, por exemplo, ele pode consultar uma base de conhecimento para responder às dúvidas. Por isso, a equipe precisa acompanhar as respostas e manter essa base atualizada. Ao identificar falhas, revise as informações e orientações fornecidas, em vez de esperar uma correção automática.

Agentes de IA substituem os profissionais da empresa?

Agentes de IA podem assumir determinadas tarefas, mas sua adoção não equivale à substituição automática de profissionais. Conforme o escopo, eles ajudam a organizar informações e executar ações autorizadas, enquanto as pessoas acompanham resultados e lidam com exceções. O impacto sobre cada função depende de como a empresa reorganiza o trabalho. Por isso, envolver a equipe na configuração ajuda a definir responsabilidades e identificar onde o apoio realmente faz sentido.

Como aumentar a produtividade do time de Vendas com IA?

Para aumentar a produtividade do time de Vendas com IA, identifique quais tarefas consomem tempo que poderia ser dedicado às negociações. A tecnologia pode apoiar a organização do histórico e a priorização de oportunidades, conforme os recursos disponíveis. Depois, compare o tempo poupado com o esforço de revisão. Assim, você consegue avaliar se o apoio melhora o acompanhamento comercial e reduz retrabalho, sem medir produtividade apenas pelo volume de atividades.

Perguntas frequentes sobre agentes de IA

Uma empresa pequena pode usar agentes de IA?

Sim. Uma empresa pequena pode usar agentes de IA quando tem uma tarefa adequada e alguém responsável por acompanhar as entregas. O tamanho da equipe, sozinho, não determina a viabilidade. Também entram nessa avaliação o custo da ferramenta e o tempo necessário para revisão. Por isso, começar com uma aplicação restrita ajuda a descobrir se o ganho compensa o esforço de manter o agente funcionando.

Um agente de IA aprende sozinho com cada interação?

Não se deve presumir que um agente de IA melhore automaticamente a cada conversa. Seu funcionamento depende dos recursos e da configuração da ferramenta. No atendimento, por exemplo, ele pode consultar uma base de conhecimento para responder às dúvidas. Por isso, a equipe precisa acompanhar as respostas e manter essa base atualizada. Ao identificar falhas, revise as informações e orientações fornecidas, em vez de esperar uma correção automática.

Agentes de IA substituem os profissionais da empresa?

Agentes de IA podem assumir determinadas tarefas, mas sua adoção não equivale à substituição automática de profissionais. Conforme o escopo, eles ajudam a organizar informações e executar ações autorizadas, enquanto as pessoas acompanham resultados e lidam com exceções. O impacto sobre cada função depende de como a empresa reorganiza o trabalho. Por isso, envolver a equipe na configuração ajuda a definir responsabilidades e identificar onde o apoio realmente faz sentido.

Como aumentar a produtividade do time de Vendas com IA?

Para aumentar a produtividade do time de Vendas com IA, identifique quais tarefas consomem tempo que poderia ser dedicado às negociações. A tecnologia pode apoiar a organização do histórico e a priorização de oportunidades, conforme os recursos disponíveis. Depois, compare o tempo poupado com o esforço de revisão. Assim, você consegue avaliar se o apoio melhora o acompanhamento comercial e reduz retrabalho, sem medir produtividade apenas pelo volume de atividades.

Mariana Scherma

Mariana Scherma

Quem escreveu este post

Mariana Scherma é formada em Jornalismo, Comunicação e Estudos de Mídia pela UNESP, com especialização em Comunicação Empresarial pela Universidade Sagrado Coração e em Marketing Digital e Ecommerce pelo Senac. Tem mais de 15 anos de experiência criando conteúdos que falam com os mais diversos tipos de público. Tem certificações em Storytelling, UX Writing e Marketing de Conteúdo. Atualmente, é Analista de Marketing Sênior na RD Station.

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